Apuração
Deputada estadual · 2026 · UNIÃO

Ana Kerber

Ana Caroline Kerber · nasceu em 1986

Ana Kerber se candidatou em 2 eleições, de 2024 a 2026, e foi eleita em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoUNIÃO+0,70← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2024UNIÃO2026UNIÃO← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo UNIÃO.

Dep. estadualVereadoraPartidoUNIÃO20242026
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputada estadual, 2026, suplente.

Declarou ao TSE em 2026: 40 anos, superior completo, nutricionista e assemelhados, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2026
    Deputada estadual · Paraná
    UNIÃO 44111· direita
    suplente1.141 votos; 301º mais votada de 591 no estado
  2. 2024
    Vereadora · Pato Branco (PR)
    UNIÃO 44111· direita
    suplente964 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2026, Ana Kerber teve 1.141 votos para deputada estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 301º lugar entre 591 candidatos.

Recebeu votos em 80 cidades. Pato Branco deu 58,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 86,2%.

1.141 votos
votos para deputada estadual em 2026
Cada quadrado é 1% de 1.141 votos.
  1. Pato Branco (PR)663 votos58,1%
  2. Curitiba (PR)90 votos7,9%
  3. Coronel Vivida (PR)68 votos6%
  4. Ponta Grossa (PR)23 votos2%
  5. Telêmaco Borba (PR)19 votos1,7%
  6. Outras 65 cidades158 votos13,8%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Ana Kerber declarou ao TSE R$ 296 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2026, para deputada estadual: R$ 242 mil, 100% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 10 mil.
dinheiro públicodemais fontesToque numa campanha para abrir as contas dela.

2026 · Deputada estadual · Paraná · UNIÃO · suplente

De onde veio

R$ 241,7 mil
100% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 132,2 mil
O maior gasto foi com pessoal: 64% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 132,2 mil.
  1. Pessoal17 pessoas, não nomeadasR$ 85 mil64,3%
  2. InternetTudo de Loja Doce Publicidade LtdaR$ 42 mil31,8%
  3. Material impressoR$ 5.1703,9%

As contas de 2026 ainda não são finais: o TSE segue recebendo as prestações de contas.

Quanto custou cada voto: deputada estadual, Paraná, 2026

Mediana da disputa: R$ 14,3 por voto. Quem venceu, Gugu Bueno, gastou R$ 6,81 por voto. O voto mais caro custou R$ 143; o mais barato, R$ 6,81.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2026, deputada estadual: 8,6 votos por R$ 1.000, 13% da mediana da disputa (contas parciais).
  • 2024, vereadora: 20 votos por R$ 1.000, 37% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.