Apuração
Deputada federal · 2018 · REPUBLICANOS

Ana Karin

Ana Karin Dias de Almeida Andrade · nasceu em 1966

Ana Karin se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2018, e foi eleita em 2.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoREPUBLICANOS+0,51← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PL2008PL2012PL2018REPUBLICANOS← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: prefeita, em 2008 e 2012.

Passou por 2 partidos: PL (2004–2012), REPUBLICANOS (2018).

Dep. federalPrefeitaPartidoPLREPUBLICANOS20042006200820102012201420162018
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputada federal, 2018, suplente.

Declarou ao TSE em 2018: 51 anos, superior completo, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputada federal · São Paulo
    REPUBLICANOS 1028· direita
    suplente1.319 votos; 736º mais votada de 1.483 no estado
  2. 2012
    Prefeita · Cruzeiro (SP)
    PL 22· direita
    eleita22.559 votos, 56,5%
  3. 2008
    Prefeita · Cruzeiro (SP)
    PL 22· direita
    eleita24.644 votos, 56,6%
  4. 2004
    Prefeita · Cruzeiro (SP)
    PL 22· direita
    não eleita13.322 votos, 31,1%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Ana Karin teve 1.319 votos para deputada federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 736º lugar entre 1.483 candidatos.

Recebeu votos em 128 cidades. Cruzeiro deu 39,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 80,4%.

1.319 votos
votos para deputada federal em 2018
Cada quadrado é 1% de 1.319 votos.
  1. Cruzeiro (SP)517 votos39,2%
  2. São Paulo (SP)249 votos18,9%
  3. Lorena (SP)46 votos3,5%
  4. Sorocaba (SP)36 votos2,7%
  5. Guarulhos (SP)32 votos2,4%
  6. Outras 113 cidades259 votos19,6%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Ana Karin declarou R$ 480,9 mil em bens, em reais de hoje: 5,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2018, o total caiu R$ 287,7 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 480,9 mil
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 315.964 na declaração)

Declarou 5,3 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal em São Paulo em 2018.

  • Ana KarinR$ 480,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 91,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,5 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 480,9 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2018, do maior ao menor
  1. Av. Higianopolis Ed. Barão de Antonina São Paulo SPR$ 207,9 mil
    Apartamento
  2. veiculo Chevrolet Modelo Captiva Sport 3.6 V6 ano 2008/2009R$ 170,5 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  3. #Nulo#R$ 53,3 mil
    Dinheiro em espécie
  4. rua São Bernardo quadra /Olho DáguaR$ 43,3 mil
    Casa
  5. Bradesco S/A ag 6250R$ 5.551
    Conta corrente no país
  6. Banco Bradesco Ag. 3788R$ 412
    Caderneta de poupança

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Ana Karin declarou ao TSE R$ 2,4 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para prefeita: R$ 835 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 20 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2018 · Deputada federal · São Paulo · REPUBLICANOS · suplente

De onde veio

R$ 593,8 mil
90% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 593,8 mil.
  1. Fundo partidárioTudo de Republicanos - Sao Paulo - Sp - EstadualR$ 533,5 mil89,8%
  2. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 60,3 mil10,2%

Para onde foi

R$ 588,1 mil
O maior gasto foi com pessoal: 53% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 588,1 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal34 pessoas, não nomeadasR$ 313,8 mil53,4%
  2. Rádio, TV e vídeoR$ 8.2931,4%
  3. EscritórioR$ 2.8500,5%

Quanto custou cada voto: deputada federal, São Paulo, 2018

Mediana da disputa: R$ 31,3 por voto. Quem venceu, Celso Russomanno, gastou R$ 6,08 por voto. O voto mais caro custou R$ 137; o mais barato, R$ 6,08.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputada federal: 2,2 votos por R$ 1.000, 3% da mediana da disputa.
  • 2012, prefeita: 30 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2008, prefeita: 30 votos por R$ 1.000, 32% da mediana da disputa.
  • 2004, prefeita: 65 votos por R$ 1.000, 54% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.