Apuração
Vereadora · 2012 · PC do B

Ana Flavia

Ana Flávia Botelho Rodrigues · nasceu em 1988

Ana Flavia se candidatou em 2 eleições, de 2010 a 2012, e foi eleita em nenhuma.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPC do B−0,57← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2010PC do B2012PC do B← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PC do B.

Dep. federalVereadoraPartidoPC do B20102012
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 24 anos, ensino médio, servidor público estadual. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereadora · Cuiabá (MT)
    PC do B 65610· esquerda
    suplente
  2. 2010
    Deputada federal · Mato Grosso
    PC do B 6510· esquerda
    não eleita23.718 votos; 18º mais votada de 68 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Ana Flavia teve 23.718 votos para deputada federal, 1,6% dos votos válidos do estado: 18º lugar entre 68 candidatos.

Recebeu votos em 128 cidades. Cuiabá deu 57,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 89,0%.

23.718 votos
votos para deputada federal em 2010
Cada quadrado é 1% de 23.718 votos.
  1. Cuiabá (MT)13.538 votos57,1%
  2. Várzea Grande (MT)3.976 votos16,8%
  3. Rondonópolis (MT)765 votos3,2%
  4. Tangará da Serra (MT)405 votos1,7%
  5. Poconé (MT)337 votos1,4%
  6. Outras 113 cidades2.618 votos11%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Ana Flavia declarou ao TSE R$ 189 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereadora: R$ 142 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereadora · Cuiabá (MT) · PC do B · suplente

De onde veio

R$ 142,3 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 13 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 142,3 mil.
  1. PessoasR$ 107,7 mil75,6%
  2. EmpresasR$ 34,7 mil24,4%

Para onde foi

R$ 124,8 mil
O maior gasto foi com material impresso: 60% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 124,8 mil.
  1. Material impressoR$ 74,8 mil60%
  2. TransporteR$ 23,6 mil18,9%
  3. PessoalR$ 23,6 mil18,9%
  4. Rádio, TV e vídeoR$ 2.1661,7%
  5. OutrosR$ 4960,4%
  6. EscritórioR$ 1060,1%

Quanto custou cada voto: vereadora, Cuiabá (MT), 2012

Mediana da disputa: R$ 194 por voto. Quem venceu, Adevair Cabral, gastou R$ 132 por voto. O voto mais caro custou R$ 444; o mais barato, R$ 132.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereadora: 14 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
  • 2010, deputada federal: 512 votos por R$ 1.000, 14 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.