Apuração
Vereadora · 2012 · PT

Ana de Zé de Viriato

Ana Cristina Farias Rocha · nasceu em 1974

Ana de Zé de Viriato se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleita em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,29← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PV2012PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PV (2008), PT (2012).

VereadoraPartidoPVPT200820102012
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 38 anos, superior completo, pedagogo. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereadora · Comercinho (MG)
    PT 13444· centro-esquerda
    suplente
  2. 2008
    Vereadora · Comercinho (MG)
    PV 43333· centro-esquerda
    suplente127 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Ana de Zé de Viriato declarou R$ 41,6 mil em bens, em reais de hoje.

Cada quadrado, R$ 2.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 41,6 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 19.000 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2012.

  • Ana de Zé de ViriatoR$ 41,6 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 41,6 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Ana de Zé de Viriato declarou ao TSE R$ 2,4 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereadora: R$ 1,3 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 50.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereadora · Comercinho (MG) · PT · suplente

De onde veio

R$ 1.092
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.092.
  1. Próprio bolsoR$ 69763,9%
  2. PartidoR$ 39436,1%

Para onde foi

R$ 1.092
O maior gasto foi com material impresso: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereadora, Comercinho (MG), 2012

Mediana da disputa: R$ 53,6 por voto. Quem venceu, Robinho De Zé Luis, gastou R$ 28,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 124; o mais barato, R$ 28,7.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereadora: 93 votos por R$ 1.000, 3,4 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereadora: 95 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.