Apuração
Deputada federal · 2022 · PSOL

Aninha de Bacuca

Ana Cristina Gonzaga Pereira · nasceu em 1975

Aninha de Bacuca se candidatou em 2 eleições, de 2020 a 2022, e foi eleita em nenhuma.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSOL−0,72← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2020PSOL2022PSOL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PSOL.

Dep. federalPrefeitaPartidoPSOL20202022
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputada federal, 2022, não eleita.

Declarou ao TSE em 2022: 47 anos, ensino médio, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2022
    Deputada federal · Alagoas
    PSOL 5055· esquerda
    não eleita62 votos; 130º mais votada de 154 no estado
  2. 2020
    PSOL 50· esquerda· na urna, Ana de Bacuca
    não eleita42 votos, 0,3%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2022, Aninha de Bacuca teve 62 votos para deputada federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 130º lugar entre 154 candidatos.

Recebeu votos em 10 cidades. Pão de Açúcar deu 61,3% deles.

62 votos
votos para deputada federal em 2022
Cada quadrado é 1% de 62 votos.
  1. Pão de Açúcar (AL)38 votos61,3%
  2. Maceió (AL)10 votos16,1%
  3. Marechal Deodoro (AL)4 votos6,5%
  4. Batalha (AL)2 votos3,2%
  5. Palestina (AL)2 votos3,2%
  6. Palmeira dos Índios (AL)1 voto1,6%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Aninha de Bacuca declarou ao TSE R$ 46 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2022, para deputada federal: R$ 31 mil, 100% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
dinheiro públicodemais fontesToque numa campanha para abrir as contas dela.

2022 · Deputada federal · Alagoas · PSOL · não eleita

De onde veio

R$ 30,6 mil
100% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 30,6 mil
O maior gasto foi com serviços: 47% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 30,6 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 14,4 mil47,1%
  2. Pessoal3 pessoas, não nomeadasR$ 4.56114,9%
  3. TransporteR$ 1.4564,8%
  4. EscritórioR$ 890,3%

Quanto custou cada voto: deputada federal, Alagoas, 2022

Mediana da disputa: R$ 55,7 por voto. Quem venceu, Rafael Brito (Tio Rafa), gastou R$ 16,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.234; o mais barato, R$ 16,9.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2022, deputada federal: 2 votos por R$ 1.000, 20% da mediana da disputa.
  • 2020, prefeita: 4,9 votos por R$ 1.000, 20% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.