Ana Carmem Moreira
Ana Carmem Rillo da Silva Moreira · nasceu em 1957
Ana Carmem Moreira se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleita em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSDB (2004–2006), PP (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 59 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2006Deputada estadual · Rio Grande do SulPSDB 45655· centro-direita· na urna, Ana Carmen Moreirasuplente2.282 votos; 286º mais votada de 486 no estado
- 2004Vereadora · São Borja (RS)PSDB 45555· centro-direita· na urna, Ana Carmen Moreiranão eleita834 votos
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Ana Carmem Moreira teve 2.282 votos para deputada estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 286º lugar entre 486 candidatos.
Recebeu votos em 78 cidades. São Borja deu 71,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,7%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Ana Carmem Moreira declarou R$ 34,9 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2016, o total caiu R$ 173,8 mil, já descontada a inflação.
Declarou 48% da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- Ana Carmem MoreiraR$ 34,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Ana Carmem Moreira declarou ao TSE R$ 70 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputada estadual: R$ 30 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereadora · São Borja (RS) · PP · suplente
De onde veio
- Fundo partidárioR$ 6.47738,5%
- PessoasR$ 5.82934,7%
- Próprio bolsoR$ 4.49726,8%
Para onde foi
- Material impressoR$ 9.73958%
- TransporteR$ 6.52538,8%
- ServiçosR$ 3241,9%
- EscritórioR$ 2141,3%
Quanto custou cada voto: vereadora, São Borja (RS), 2016
Mediana da disputa: R$ 32,4 por voto. Quem venceu, Professor Reolon, gastou R$ 20,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 111; o mais barato, R$ 20,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dr. Porto PDTR$ 47 mil · 420 votosR$ 111
- Rodrigo Da Cruz PPR$ 41 mil · 544 votosR$ 75,8
- Sergio Guimaraes PDTR$ 34 mil · 561 votosR$ 61
- Jefferson Olea Homrich PTBR$ 56 mil · 926 votosR$ 60,4
- Valério Cassafuz PDTR$ 45 mil · 794 votosR$ 56,8
- Elvio Feltrin PSDBR$ 38 mil · 749 votosR$ 50,5
- Boca PPR$ 25 mil · 762 votosR$ 32,4
- Celso Lopes PDTR$ 21 mil · 680 votosR$ 30,2
- Adão Santiago PPR$ 27 mil · 916 votosR$ 29,6
- Dornelles PPR$ 32 mil · 1.412 votosR$ 22,4
- André PPR$ 22 mil · 1.016 votosR$ 21,2
- Professor Reolon PPR$ 35 mil · 1.751 votosR$ 20,2
Votos por real
- 2016, vereadora: 20 votos por R$ 1.000, 50% da mediana da disputa.
- 2006, deputada estadual: 73 votos por R$ 1.000, 76% da mediana da disputa.
- 2004, vereadora: 38 votos por R$ 1.000, 30% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.