Apuração
Vereadora · 2020 · MDB

Ana Cabral

Ana Aparecida Cabral · nasceu em 1959

Ana Cabral se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleita em nenhuma.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,04← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012PC do B2020MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PC do B (2012), MDB (2020).

VereadoraPartidoPC do BMDB20122014201620182020
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2020, não eleita.

Declarou ao TSE em 2020: 61 anos, até o fundamental, comerciante, cor preta. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    MDB 15015· centro-direita
    não eleita
  2. 2012
    PC do B 65000· esquerda· na urna, Ana
    suplente65 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Ana Cabral declarou R$ 416,3 mil em bens, em reais de hoje: 11 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul.

Em 2020, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 416,3 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 190.000 na declaração)

Declarou 11 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2012.

  • Ana CabralR$ 416,3 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 39,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 164,3 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 416,3 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2012, Ana Cabral declarou ao TSE R$ 7,4 mil em receitas, em reais de hoje.

2012 · Vereadora · Paraíso das Águas (MS) · PC do B · suplente

De onde veio

R$ 7.373
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.373.
  1. Próprio bolsoR$ 2.91639,5%
  2. Outros candidatosR$ 2.72537%
  3. PessoasR$ 1.73323,5%

Para onde foi

R$ 7.373
O maior gasto foi com transporte: 62% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.373.
  1. TransporteR$ 4.54061,6%
  2. Rádio, TV e vídeoR$ 1.18516,1%
  3. Material impressoR$ 4816,5%
  4. EventosR$ 4426%
  5. ServiçosR$ 4335,9%
  6. OutrosR$ 2122,9%
  7. EscritórioR$ 801,1%

Quanto custou cada voto: vereadora, Paraíso das Águas (MS), 2012

Mediana da disputa: R$ 130 por voto. Quem venceu, Claudio Siena, gastou R$ 69,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 442; o mais barato, R$ 69,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereadora: 8,8 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.