Apuração
Vereador · 2012 · PDT

Amilar Carteiro

Amilar Pereira da Silva · nasceu em 1982

Amilar Carteiro se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPDT+0,18← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004DEM2008REPUBLICANOS2012PDT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: DEM (2004), REPUBLICANOS (2008), PDT (2012).

VereadorPartidoDEMREPUBLICANOSPDT20042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 30 anos, ensino médio, servidor público municipal. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereador · Sarzedo (MG)
    PDT 12312· centro-esquerda
    suplente257 votos
  2. 2008
    Vereador · Sarzedo (MG)
    REPUBLICANOS 10123· centro-direita· na urna, Amilar Pereira
    suplente
  3. 2004
    Vereador · Sarzedo (MG)
    DEM 25456· direita· na urna, Amilar Pereira
    não eleito

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Amilar Carteiro declarou ao TSE R$ 6,7 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 3,7 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 100.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Sarzedo (MG) · PDT · suplente

De onde veio

R$ 3.691
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.691.
  1. PartidoR$ 1.86350,5%
  2. Próprio bolsoR$ 1.07229%
  3. Outros candidatosR$ 40911,1%
  4. EmpresasR$ 3479,4%

Para onde foi

R$ 3.689
O maior gasto foi com material impresso: 93% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.689.
  1. Material impressoR$ 3.42993%
  2. TransporteR$ 2607%

Quanto custou cada voto: vereador, Sarzedo (MG), 2012

Mediana da disputa: R$ 48,1 por voto. Quem venceu, Ferretti, gastou R$ 19,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 286; o mais barato, R$ 19,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Alair Da Mercearia PVR$ 27 mil · 94 votosR$ 286
  • Rodney Cowboy PDTR$ 45 mil · 318 votosR$ 142
  • Adair Da Loja PDTR$ 18 mil · 150 votosR$ 120
  • Edigar Do Taxi PDTR$ 13 mil · 126 votosR$ 105
  • Professor Gilvando PTR$ 12 mil · 202 votosR$ 59,2
  • Alexandre Do Betuel (Xandão) PDTR$ 21 mil · 376 votosR$ 55,4
  • Teixeira PDTR$ 15 mil · 303 votosR$ 48,1
  • Osmar Da Obra MDBR$ 12 mil · 362 votosR$ 33
  • Wilson Do Escolar PTBR$ 11 mil · 398 votosR$ 28,5
  • Tunico Do Transporte MDBR$ 9,3 mil · 329 votosR$ 28,1
  • Lei MDBR$ 12 mil · 595 votosR$ 20,6
  • Ferretti PLR$ 11 mil · 550 votosR$ 19,6

Votos por real

  • 2012, vereador: 70 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 62 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.