Amigo Gino
Genilson Jose da Silva · nasceu em 1955
Amigo Gino se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 3 partidos: PL (2004), PP (2008), MDB (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 57 anos, ensino médio. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Amigo Gino declarou R$ 9.861 em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 30,6 mil, já descontada a inflação.
Mais da metade (59%) dos candidatos a vereador em Pernambuco não declarou nenhum bem em 2012.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Amigo Gino declarou ao TSE R$ 11 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 7,2 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Maraial (PE) · MDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Maraial (PE), 2012
Mediana da disputa: R$ 9,92 por voto. Quem venceu, Rosivaldo, gastou R$ 5,31 por voto. O voto mais caro custou R$ 239; o mais barato, R$ 5,31.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Jorge De Yó MDBR$ 2,6 mil · 11 votosR$ 239
- Néa PLR$ 15 mil · 235 votosR$ 64,5
- Professora Quiteria DCR$ 2,2 mil · 35 votosR$ 63,7
- Toninho Marçal PSBR$ 13 mil · 471 votosR$ 27,7
- Roberto De Corubas PSCR$ 3 mil · 109 votosR$ 27,6
- Rone PSBR$ 3,2 mil · 239 votosR$ 13,6
- Irmão Geno PSCR$ 3,2 mil · 320 votosR$ 9,92
- Professor Lucivaldo PSCR$ 1,7 mil · 187 votosR$ 8,92
- Irmao Nenen PTR$ 1,4 mil · 159 votosR$ 8,86
- Dimas Tur PODER$ 2,6 mil · 355 votosR$ 7,38
- João Carlos MDBR$ 1,7 mil · 227 votosR$ 7,35
- Rosivaldo PTR$ 2,2 mil · 408 votosR$ 5,31
Votos por real
- 2012, vereador: 70 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2008, vereador: 82 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2004, vereador: 26 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.