Amarildo
Amarildo Bispo de Santana · nasceu em 1966
Amarildo se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 2 partidos: DEM (2004–2012), PTB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 50 anos, ensino médio, vereador, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008Vice-prefeito · Dias D'ávila (BA)DEM 25· direitaNa chapa de Andréiachapa eleita12.728 votos da chapa, 42,5%
- 2004Vice-prefeito · Dias D'ávila (BA)DEM 25· direitaNa chapa de Andréiachapa eleita11.023 votos da chapa, 49,6%
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Amarildo declarou R$ 256,7 mil em bens, em reais de hoje: 20 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 392,6 mil, já descontada a inflação.
Declarou 20 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2016.
- AmarildoR$ 256,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 13 mil
- Mediana dos eleitosR$ 97,5 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Casa situada à avenida lauro de freitasR$ 162,5 milCasa
- Auto volkswagen voyage placa olg 3124R$ 45,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Área de terra situada à avenida lauro de freitasR$ 32,5 milTerreno rural
- Dinheiro em espécieR$ 16,2 milMoeda estrangeira em espécie
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Amarildo declarou ao TSE R$ 37 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 21 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Dias D'ávila (BA) · PTB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 16,3 mil79%
- PessoasR$ 3.23815,7%
- Outros candidatosR$ 1.1065,3%
Para onde foi
- ServiçosR$ 10,2 mil49,3%
- TransporteR$ 9.80347,4%
- Material impressoR$ 4842,3%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1340,6%
- EscritórioR$ 570,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Dias D'ávila (BA), 2016
Mediana da disputa: R$ 96,9 por voto. Quem venceu, Renato Henrique, gastou R$ 44,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 246; o mais barato, R$ 44,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Felix Do Social REPUBLICANOSR$ 59 mil · 240 votosR$ 246
- Zé Pereira PSCR$ 34 mil · 180 votosR$ 189
- Dr. Zé Carlos PSDR$ 166 mil · 1.236 votosR$ 134
- Maran De Zé Da Cruz REPUBLICANOSR$ 66 mil · 498 votosR$ 133
- Erenaldo PRPR$ 52 mil · 467 votosR$ 112
- Josias Da Feira REPUBLICANOSR$ 54 mil · 481 votosR$ 112
- Raimundo Santana REPUBLICANOSR$ 64 mil · 661 votosR$ 96,9
- Cruel PTBR$ 29 mil · 404 votosR$ 70,6
- Milton Barbosa PSDBR$ 39 mil · 612 votosR$ 63,7
- Ivone Mucugê PSDR$ 26 mil · 473 votosR$ 54,1
- Zene PSDR$ 36 mil · 736 votosR$ 49,4
- Renato Henrique PTR$ 30 mil · 674 votosR$ 44,7
Votos por real
- 2016, vereador: 22 votos por R$ 1.000, 82% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 36 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.