Apuração
Vereador · 2012 · PTB

Amaral

José Ferreira do Amaral · nasceu em 1954

Amaral se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2012, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPTB+0,31← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PTB2012PTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PTB.

Dep. estadualVereadorPartidoPTB200220042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 58 anos, até o fundamental, empresário. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    PTB 14125· centro-direita
    suplente
  2. 2002
    Deputado estadual · Minas Gerais
    PTB 14125· centro-direita
    suplente872 votos; 442º mais votado de 725 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Amaral teve 872 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 442º lugar entre 725 candidatos.

Recebeu votos em 98 cidades. Belo Horizonte deu 47,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 84,9%.

872 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 872 votos.
  1. Belo Horizonte (MG)411 votos47,1%
  2. Biquinhas (MG)76 votos8,7%
  3. Lagoa da Prata (MG)73 votos8,4%
  4. Contagem (MG)59 votos6,8%
  5. Três Marias (MG)24 votos2,8%
  6. Outras 83 cidades132 votos15,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Amaral declarou ao TSE R$ 9,3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 7,2 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Belo Horizonte (MG) · PTB · suplente

De onde veio

R$ 7.200
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 7.200
O maior gasto foi com pessoal: 60% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.200.
  1. PessoalR$ 4.33260,2%
  2. Rádio, TV e vídeoR$ 1.52921,2%
  3. Material impressoR$ 1.08115%
  4. TransporteR$ 2563,6%

Quanto custou cada voto: vereador, Belo Horizonte (MG), 2012

Mediana da disputa: R$ 146 por voto. Quem venceu, Tarcisio Caixeta Ou Caixeta, gastou R$ 118 por voto. O voto mais caro custou R$ 308; o mais barato, R$ 118.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereador: 7,8 votos por R$ 1.000, 33% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 423 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.