Amaral
José Ferreira do Amaral · nasceu em 1954
Amaral se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PTB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 58 anos, até o fundamental, empresário. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2002Deputado estadual · Minas GeraisPTB 14125· centro-direitasuplente872 votos; 442º mais votado de 725 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Amaral teve 872 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 442º lugar entre 725 candidatos.
Recebeu votos em 98 cidades. Belo Horizonte deu 47,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 84,9%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Amaral declarou ao TSE R$ 9,3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 7,2 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Belo Horizonte (MG) · PTB · suplente
De onde veio
Para onde foi
- PessoalR$ 4.33260,2%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1.52921,2%
- Material impressoR$ 1.08115%
- TransporteR$ 2563,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Belo Horizonte (MG), 2012
Mediana da disputa: R$ 146 por voto. Quem venceu, Tarcisio Caixeta Ou Caixeta, gastou R$ 118 por voto. O voto mais caro custou R$ 308; o mais barato, R$ 118.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Cristiano Da Matta Machado PTR$ 1,4 milhão · 4.559 votosR$ 308
- Andre Alves PHSR$ 1,1 milhão · 3.991 votosR$ 266
- Pablito PSDBR$ 1,2 milhão · 6.608 votosR$ 186
- Elaine Matozinhos PTBR$ 969 mil · 6.175 votosR$ 157
- Leonardo Mattos PVR$ 951 mil · 6.105 votosR$ 156
- Leo Burgues De Castro PSDBR$ 1,1 milhão · 7.441 votosR$ 149
- Daniel Nepomuceno PSBR$ 1,3 milhão · 9.175 votosR$ 146
- Alexandre Gomes PSBR$ 1,1 milhão · 7.241 votosR$ 145
- Iran Barbosa MDBR$ 1,2 milhão · 8.605 votosR$ 141
- Pedro Patrus PTR$ 1,3 milhão · 9.284 votosR$ 140
- Wellington Magalhães PODER$ 1,1 milhão · 8.436 votosR$ 125
- Tarcisio Caixeta Ou Caixeta PTR$ 866 mil · 7.364 votosR$ 118
Votos por real
- 2012, vereador: 7,8 votos por R$ 1.000, 33% da mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 423 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.