Amado Pedreiro
Amado Araújo dos Santos · nasceu em 1974
Amado Pedreiro se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PL (2004), PT (2008), CIDADANIA (2012–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 42 anos, ensino médio, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Amado Pedreiro declarou R$ 97,5 mil em bens, em reais de hoje: 7,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 70,5 mil acima da inflação.
Declarou 7,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2016.
- Amado PedreiroR$ 97,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 13 mil
- Mediana dos eleitosR$ 97,5 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Amado Pedreiro declarou ao TSE R$ 3,2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 1,5 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Buerarema (BA) · CIDADANIA · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Buerarema (BA), 2016
Mediana da disputa: R$ 31,8 por voto. Quem venceu, Luciano Do Sacolão, gastou R$ 14,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 85,4; o mais barato, R$ 14,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Christovam Monteiro PSDBR$ 5 mil · 59 votosR$ 85,4
- Sargento Altamirando DCR$ 4,9 mil · 65 votosR$ 75,5
- Orlando Da Ubla PSDR$ 4,7 mil · 69 votosR$ 67,6
- Dr. Gustavo PSLR$ 9,5 mil · 177 votosR$ 53,6
- Neci Do Santana PSDR$ 4,9 mil · 112 votosR$ 43,4
- Riviane PSLR$ 9,2 mil · 240 votosR$ 38,4
- Elinho PODER$ 9,7 mil · 305 votosR$ 31,8
- Roque Borges PSDBR$ 10 mil · 379 votosR$ 26,7
- Reinan Do Santana PSDR$ 4,9 mil · 251 votosR$ 19,4
- Lôbo PRTBR$ 6,6 mil · 360 votosR$ 18,4
- Ariosvaldo PTBR$ 6,2 mil · 348 votosR$ 17,8
- Luciano Do Sacolão PLR$ 4,9 mil · 334 votosR$ 14,5
Votos por real
- 2016, vereador: 160 votos por R$ 1.000, 7,6 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 100 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 72 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.