Apuração
Deputado federal · 2018 · PP

Alysom Brasil

Ederson Valdecir Rozendo do Nascimento · nasceu em 1973

Alysom Brasil disputou uma eleição, em 2018, para deputado federal (Paraná), pelo PP: suplente.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,64← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. federalPartidoPP2018
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2018, suplente.

Declarou ao TSE em 2018: 44 anos, ensino médio, cantor e compositor, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado federal · Paraná
    PP 1177· direita
    suplente6.313 votos; 112º mais votado de 415 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Alysom Brasil teve 6.313 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 112º lugar entre 415 candidatos.

Recebeu votos em 247 cidades. Curitiba deu 43,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 72,7%.

6.313 votos
votos para deputado federal em 2018
Cada quadrado é 1% de 6.313 votos.
  1. Curitiba (PR)2.742 votos43,4%
  2. Araucária (PR)349 votos5,5%
  3. São José dos Pinhais (PR)222 votos3,5%
  4. Colombo (PR)202 votos3,2%
  5. Campo Largo (PR)163 votos2,6%
  6. Outras 232 cidades1.721 votos27,3%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Alysom Brasil declarou R$ 228,3 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 228,3 mil
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 150.000 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a deputado federal no Paraná em 2018.

  • Alysom BrasilR$ 228,3 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 168,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,1 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 228,3 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2018, Alysom Brasil declarou ao TSE R$ 762 mil em receitas, em reais de hoje, 99% de dinheiro público.

2018 · Deputado federal · Paraná · PP · suplente

De onde veio

R$ 761,5 mil
99% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 761,5 mil.
  1. Fundo partidárioTudo de Progressistas - Brasil - Br - NacionalR$ 754 mil99%
  2. PessoasR$ 7.5701%

Para onde foi

R$ 1,1 mi
O maior gasto foi com pessoal: 71% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1,1 mi. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal344 pessoas, não nomeadasR$ 805,5 mil70,6%
  2. TransporteR$ 33,5 mil2,9%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 11,3 mil1%
  4. EscritórioR$ 1.3240,1%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Paraná, 2018

Mediana da disputa: R$ 37,4 por voto. Quem venceu, Gleisi Lula, gastou R$ 9,70 por voto. O voto mais caro custou R$ 147; o mais barato, R$ 9,70.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado federal: 5,5 votos por R$ 1.000, 7% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.