Apuração
Vereador · 2020 · PODE

Aluizio Borges

Aluizio Borges Gomes · nasceu em 1961

Aluizio Borges se candidatou em 6 eleições, de 2002 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPODE+0,52← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PP2004PP2008REPUBLICANOS2010AGIR2016PP2020PODE← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 4 partidos: PP (2002–2004), REPUBLICANOS (2008), AGIR (2010), PP (2016), PODE (2020).

Dep. estadualVereadorPartidoPPREPUBLICANOSAGIRPPPODE’02’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 59 anos, superior completo, advogado, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Campo Grande (MS)
    PODE 19515· direita
    suplente
  2. 2016
    Vereador · Campo Grande (MS)
    PP 11411· direita
    suplente
  3. 2010
    Deputado estadual · Mato Grosso do Sul
    AGIR 36147· centro-direita
    suplente4.141 votos; 57º mais votado de 240 no estado
  4. 2008
    Vereador · Campo Grande (MS)
    REPUBLICANOS 10147· centro-direita
    suplente
  5. 2004
    PP 11000· direita· na urna, Aluízio Borges
    não eleito
  6. 2002
    Deputado estadual · Mato Grosso do Sul
    PP 11340· direita· na urna, Aluízio Borges
    suplente2.674 votos; 79º mais votado de 210 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Aluizio Borges teve 4.141 votos para deputado estadual, 0,3% dos votos válidos do estado: 57º lugar entre 240 candidatos.

Recebeu votos em 44 cidades. Campo Grande deu 84,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,5%.

4.141 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 4.141 votos.
  1. Campo Grande (MS)3.494 votos84,4%
  2. Rio Verde de Mato Grosso (MS)137 votos3,3%
  3. Aquidauana (MS)74 votos1,8%
  4. Terenos (MS)49 votos1,2%
  5. Dourados (MS)41 votos1%
  6. Outras 29 cidades105 votos2,5%
As outras 1 eleições para deputado
2.674 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 2.674 votos.
  1. Campo Grande (MS)1.850 votos69,2%
  2. Rio Verde de Mato Grosso (MS)523 votos19,6%
  3. Três Lagoas (MS)31 votos1,2%
  4. Sonora (MS)26 votos1%
  5. Coxim (MS)22 votos0,8%
  6. Outras 25 cidades81 votos3%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Aluizio Borges declarou R$ 97,1 mil em bens, em reais de hoje: 1,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul.

Em 2020, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 2.500.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 97,1 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 36.000 na declaração)

Declarou 1,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2008.

  • Aluizio BorgesR$ 97,1 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 149 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 97,1 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 6 campanhas com contas prestadas, Aluizio Borges declarou ao TSE R$ 495 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 252 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 10 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Campo Grande (MS) · PODE · suplente

De onde veio

R$ 99,4 mil
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 99,4 mil.
  1. PessoasR$ 99,1 mil99,6%
  2. Próprio bolsoR$ 3680,4%

Para onde foi

R$ 99,4 mil
O maior gasto foi com pessoal: 73% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 99,4 mil.
  1. PessoalR$ 72,9 mil73,3%
  2. Material impressoR$ 16,9 mil17%
  3. ServiçosR$ 8.0678,1%
  4. InternetR$ 1.2741,3%
  5. EscritórioR$ 2620,3%

Quanto custou cada voto: vereador, Campo Grande (MS), 2020

Mediana da disputa: R$ 65,3 por voto. Quem venceu, Prof. João Rocha, gastou R$ 40,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 166; o mais barato, R$ 40,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2020, vereador: 16 votos por R$ 1.000, 78% da mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 387 votos por R$ 1.000, 7,2 vezes a mediana da disputa.
  • 2010, deputado estadual: 34 votos por R$ 1.000, 3,4 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 17 votos por R$ 1.000, 68% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.