Alonso Andrade
Alonso Gomes de Andrade · nasceu em 1968
Alonso Andrade se candidatou em 7 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 2. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2012.
Passou por 4 partidos: CIDADANIA (2004), PSDB (2008–2012), PV (2016–2018), SOLIDARIEDADE (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 52 anos, até o fundamental, empresário, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2018
- 2016
- 2012
- 2010Deputado estadual · AcrePSDB 45233· centro-direitasuplente2.656 votos; 38º mais votado de 330 no estado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Alonso Andrade teve 1.615 votos para deputado estadual, 0,4% dos votos válidos do estado: 68º lugar entre 436 candidatos.
Recebeu votos em 19 cidades. Rio Branco deu 56,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,0%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Alonso Andrade declarou R$ 1,2 mi em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 300,8 mil acima da inflação.
Mais da metade (51%) dos candidatos a vereador no Acre não declarou nenhum bem em 2020.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 6 campanhas com contas prestadas, Alonso Andrade declarou ao TSE R$ 297 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 68 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Rio Branco (AC) · SOLIDARIEDADE · não eleito
De onde veio
- PessoasR$ 9.43146,6%
- Fundo eleitoralR$ 7.13135,3%
- PartidoR$ 3.65518,1%
Para onde foi
- Material impressoR$ 7.71381,8%
- TransporteR$ 1.69818%
- EscritórioR$ 200,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Rio Branco (AC), 2020
Mediana da disputa: R$ 78,5 por voto. Quem venceu, Dra. Michelle Melo, gastou R$ 27,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.005; o mais barato, R$ 27,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- João Danzicourt PTBR$ 85 mil · 85 votosR$ 1.005
- Subtenente Candeias PSLR$ 95 mil · 324 votosR$ 294
- Sâmya Domonte PSLR$ 85 mil · 406 votosR$ 209
- Raissa Moreira PSDR$ 106 mil · 684 votosR$ 155
- Pang Rocha PSDBR$ 87 mil · 855 votosR$ 101
- Keilla Carvalho PSDR$ 78 mil · 919 votosR$ 84,7
- Lene Petecão PSDR$ 140 mil · 1.789 votosR$ 78,5
- Gabriela Da Boas Novas PLR$ 191 mil · 2.717 votosR$ 70,3
- Ver. Cap. N Lima PPR$ 130 mil · 2.559 votosR$ 50,7
- Bruno Moraes REPUBLICANOSR$ 83 mil · 2.098 votosR$ 39,5
- Samir Bestene PPR$ 110 mil · 3.403 votosR$ 32,4
- Dra. Michelle Melo PDTR$ 97 mil · 3.576 votosR$ 27,1
Votos por real
- 2020, vereador: 64 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
- 2018, deputado estadual: 36 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 26 votos por R$ 1.000, 86% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 34 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.