Alonso
Alonso Severiano de Resende · nasceu em 1946
Alonso se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 2 partidos: DEM (2008–2012), PSDB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2016, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2016: 70 anos, até o fundamental, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016Vice-prefeito · Portelândia (GO)PSDB 45· centro-direitaNa chapa de Adão Diogochapa não eleita852 votos da chapa, 26,3%
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Alonso declarou R$ 1,5 mi em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 1,1 mi acima da inflação.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Alonso declarou ao TSE R$ 2,6 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 1,8 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Portelândia (GO) · DEM · eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Portelândia (GO), 2012
Mediana da disputa: R$ 82,4 por voto. Quem venceu, Dogival De Brito Popular Doge, gastou R$ 28,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 157; o mais barato, R$ 28,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Josina MDBR$ 18 mil · 112 votosR$ 157
- Onidelma MDBR$ 13 mil · 122 votosR$ 108
- Clodomiro MDBR$ 10 mil · 111 votosR$ 92,8
- Laurinda PTR$ 5,4 mil · 63 votosR$ 86,4
- Enilton Cabeleireiro MDBR$ 5,5 mil · 64 votosR$ 86,1
- Sandra PSDR$ 11 mil · 129 votosR$ 84,1
- Orislei MDBR$ 20 mil · 239 votosR$ 82,4
- Darzeni MDBR$ 7 mil · 111 votosR$ 63,1
- Cilene PSDBR$ 7,1 mil · 124 votosR$ 57,6
- Ze Carlos MDBR$ 5,2 mil · 99 votosR$ 52,5
- Alberto Gatinho PSDR$ 7 mil · 134 votosR$ 52,1
- Dogival De Brito Popular Doge MDBR$ 7,6 mil · 261 votosR$ 28,9
Votos por real
- 2012, vereador: 79 votos por R$ 1.000, 4,1 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 138 votos por R$ 1.000, 4,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.