Almizão
Almir de Aquino Lima · nasceu em 1959
Almizão se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 3 partidos: PDT (2004), PSB (2006), PDT (2008), PP (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 53 anos, superior completo, professor de ensino médio. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2006Deputado estadual · ParáPSB 40222· centro-esquerda· na urna, Almir Limasuplente1.535 votos; 210º mais votado de 415 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Almizão teve 1.535 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 210º lugar entre 415 candidatos.
Recebeu votos em 32 cidades. Rondon do Pará deu 75,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,1%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Almizão declarou R$ 4,6 mi em bens, em reais de hoje: 106 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Pará. Entre 2006 e 2012, o total subiu R$ 3,6 mi acima da inflação.
Declarou 106 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Pará em 2012.
- AlmizãoR$ 4,6 mi
- Mediana dos candidatosR$ 43,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil
Cada quadrado, R$ 200 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Almizão declarou ao TSE R$ 36 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 19 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Rondon do Pará (PA) · PP · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 2.70845%
- Próprio bolsoR$ 2.59943,2%
- PartidoR$ 70611,7%
Para onde foi
- Material impressoR$ 3.35755,8%
- TransporteR$ 1.38223%
- OutrosR$ 1.25620,9%
- RepassesR$ 170,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Rondon do Pará (PA), 2012
Mediana da disputa: R$ 41,3 por voto. Quem venceu, Josimar, gastou R$ 26,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 68,8; o mais barato, R$ 26,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ágatha PSDBR$ 35 mil · 512 votosR$ 68,8
- Acacio PSDBR$ 34 mil · 546 votosR$ 62,1
- Luiz Santa Clara CIDADANIAR$ 22 mil · 391 votosR$ 55,4
- Valesca PTBR$ 17 mil · 311 votosR$ 54
- Erasmo Carias PSDBR$ 16 mil · 321 votosR$ 51
- Diego Santos PTBR$ 29 mil · 622 votosR$ 46,7
- Joelma PTR$ 28 mil · 668 votosR$ 41,3
- Budega PSDR$ 21 mil · 641 votosR$ 32,5
- Zeze Dos Reis MDBR$ 23 mil · 733 votosR$ 31,8
- Dahu PSDBR$ 29 mil · 992 votosR$ 29
- Marcelo Da Transbrasiliana PPR$ 17 mil · 591 votosR$ 28
- Josimar MDBR$ 19 mil · 730 votosR$ 26,3
Votos por real
- 2012, vereador: 43 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 25 votos por R$ 1.000, 54% da mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 1.137 votos por R$ 1.000, 10 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 42 votos por R$ 1.000, 81% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.