Almir da Chatuba
Almir Ramos Gabriel · nasceu em 1954
Almir da Chatuba se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 2 partidos: PSDB (2004), MDB (2008).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, não eleito.
Declarou ao TSE em 2008: 54 anos, ensino médio, servidor público municipal. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Almir da Chatuba declarou R$ 188,7 mil em bens, em reais de hoje.
Mais da metade (50%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2008.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Almir da Chatuba declarou ao TSE R$ 22 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 13 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Mesquita (RJ) · MDB · não eleito
De onde veio
- EmpresasR$ 8.03260%
- Próprio bolsoR$ 5.35540%
Para onde foi
- Material impressoR$ 13 mil96,9%
- OutrosR$ 3352,5%
- EscritórioR$ 800,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Mesquita (RJ), 2008
Mediana da disputa: R$ 30,3 por voto. Quem venceu, Marcelo Canto, gastou R$ 16,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 102; o mais barato, R$ 13,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Professor Quintanilha PTR$ 44 mil · 434 votosR$ 102
- Pé De Bleck MDBR$ 24 mil · 457 votosR$ 52,7
- Rui Aguiar PVR$ 65 mil · 1.361 votosR$ 47,9
- Cristina PPR$ 34 mil · 890 votosR$ 38,3
- Nakan PTR$ 82 mil · 2.255 votosR$ 36,4
- Gilmar Montozo PLR$ 43 mil · 1.400 votosR$ 30,9
- Ivo Barbosa REPUBLICANOSR$ 33 mil · 1.097 votosR$ 30,3
- Gelsinho Guerreiro PSCR$ 58 mil · 2.272 votosR$ 25,7
- Taffarel PTR$ 33 mil · 1.933 votosR$ 16,9
- Marcelo Canto PLR$ 37 mil · 2.267 votosR$ 16,2
- Gelson Henrique MOBILIZAR$ 32 mil · 2.033 votosR$ 15,7
- Leonardo Andrade PSCR$ 27 mil · 1.981 votosR$ 13,5
Votos por real
- 2008, vereador: 70 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.