Apuração
Vereador · 2024 · PSB

Allan Ramalho

Allan Patrick Pantoja de Oliveira · nasceu em 1984

Allan Ramalho se candidatou em 6 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleito em 1.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSB−0,27← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PSB2012PSB2014PSB2016PSB2020PSB2024PSB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.

Sempre pelo PSB.

Dep. estadualVereadorPartidoPSB’08’10’12’14’16’18’20’22’24
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, não eleito.

Declarou ao TSE em 2024: 40 anos, superior completo, vereador, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2014, parda em 2020. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    Vereador · Macapá (AP)
    PSB 40111· centro-esquerda
    não eleito
  2. 2020
    Vereador · Macapá (AP)
    PSB 40111· centro-esquerda
    suplente
  3. 2016
    Vereador · Macapá (AP)
    PSB 40111· centro-esquerda
    não eleito
  4. 2014
    Deputado estadual · Amapá
    PSB 40111· centro-esquerda
    suplente4.582 votos; 30º mais votado de 338 no estado
  5. 2012
    Vereador · Macapá (AP)
    PSB 40111· centro-esquerda
    eleito3.357 votos
  6. 2008
    Vereador · Macapá (AP)
    PSB 40111· centro-esquerda
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Allan Ramalho teve 4.582 votos para deputado estadual, 1,2% dos votos válidos do estado: 30º lugar entre 338 candidatos.

Recebeu votos em 16 cidades. Macapá deu 70,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,9%.

4.582 votos
votos para deputado estadual em 2014
Cada quadrado é 1% de 4.582 votos.
  1. Macapá (AP)3.228 votos70,4%
  2. Santana (AP)435 votos9,5%
  3. Tartarugalzinho (AP)278 votos6,1%
  4. Amapá (AP)150 votos3,3%
  5. Pedra Branca do Amapari (AP)111 votos2,4%
  6. Outras 1 cidade5 votos0,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2024, Allan Ramalho declarou R$ 331,4 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 330,3 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 331,4 mil
em bens declarados em 2024, em reais de setembro de 2026 (R$ 300.000 na declaração)

Mais da metade (61%) dos candidatos a vereador no Amapá não declarou nenhum bem em 2024.

Cada quadrado é 1% de R$ 331,4 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 6 campanhas com contas prestadas, Allan Ramalho declarou ao TSE R$ 327 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 109 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2024 · Vereador · Macapá (AP) · PSB · não eleito

De onde veio

R$ 41,6 mil
92% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 41,6 mil.
  1. Fundo eleitoralR$ 38,3 mil92,1%
  2. Próprio bolsoR$ 3.2817,9%

Para onde foi

R$ 41,6 mil
O maior gasto foi com material impresso: 52% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 41,6 mil.
  1. Material impressoR$ 21,7 mil52,1%
  2. ServiçosR$ 13,1 mil31,6%
  3. EscritórioR$ 4.37510,5%
  4. InternetR$ 2.4065,8%

Quanto custou cada voto: vereador, Macapá (AP), 2024

Mediana da disputa: R$ 128 por voto. Quem venceu, Pedro Dalua, gastou R$ 47,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.683; o mais barato, R$ 47,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Josineide Bandeira PC do BR$ 219 mil · 130 votosR$ 1.683
  • Telminha UNIÃOR$ 213 mil · 145 votosR$ 1.472
  • Geovana Cp UNIÃOR$ 213 mil · 321 votosR$ 665
  • Mônica Penha UNIÃOR$ 213 mil · 421 votosR$ 507
  • Lucélia Quaresma UNIÃOR$ 213 mil · 1.150 votosR$ 185
  • Professor Joel PODER$ 212 mil · 1.558 votosR$ 136
  • Aline Medeiros REPUBLICANOSR$ 213 mil · 1.671 votosR$ 128
  • Marciane PSDR$ 197 mil · 2.200 votosR$ 89,7
  • Sandra Lacerda PODER$ 214 mil · 2.469 votosR$ 86,7
  • Ruzivan REPUBLICANOSR$ 208 mil · 2.643 votosR$ 78,6
  • Luana Serrão UNIÃOR$ 213 mil · 3.360 votosR$ 63,4
  • Pedro Dalua UNIÃOR$ 204 mil · 4.309 votosR$ 47,3

Votos por real

  • 2024, vereador: 32 votos por R$ 1.000, 4,6 vezes a mediana da disputa.
  • 2020, vereador: 41 votos por R$ 1.000, 4 vezes a mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 51 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2014, deputado estadual: 61 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.