Alan Côrtes
Neilton Wanderlan da Silva Cortes · nasceu em 1970
Alan Côrtes se candidatou em 4 eleições, de 2016 a 2024, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016 e 2020.
Passou por 3 partidos: PP (2016–2018), MDB (2020), PODE (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 54 anos, superior completo, comerciante, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2018, parda em 2020, branca em 2024. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2018Deputado estadual · Espírito SantoPP 11112· direita· na urna, Allan Côrtessuplente1.043 votos; 233º mais votado de 582 no estado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Alan Côrtes teve 1.043 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 233º lugar entre 582 candidatos.
Recebeu votos em 27 cidades. Montanha deu 73,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,6%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Alan Côrtes declarou R$ 4.309 em bens, em reais de hoje.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Declarou 60% da mediana dos candidatos a vereador no Espírito Santo em 2020.
- Alan CôrtesR$ 4.309
- Mediana dos candidatosR$ 7.182
- Mediana dos eleitosR$ 68,2 mil
Cada quadrado, R$ 2.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Alan Côrtes declarou ao TSE R$ 102 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado estadual: R$ 86 mil, 99% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Montanha (ES) · PODE · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Montanha (ES), 2024
Mediana da disputa: R$ 34,2 por voto. Quem venceu, Fatima Barros, gastou R$ 17,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 254; o mais barato, R$ 17,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Laura Do Vinhático PSDR$ 6,3 mil · 25 votosR$ 254
- Professora Marlete PSDR$ 6,3 mil · 51 votosR$ 124
- Professor Dione Albani PTR$ 10 mil · 171 votosR$ 58,4
- Zenildo Xavier PSBR$ 13 mil · 231 votosR$ 55,6
- Laura Da Saúde REDER$ 7,7 mil · 172 votosR$ 44,5
- Odair Celin REPUBLICANOSR$ 13 mil · 372 votosR$ 35,8
- Charlinhos PSDBR$ 8,7 mil · 256 votosR$ 34,2
- Samilli Dias PSDR$ 6,6 mil · 234 votosR$ 28,3
- Maine Brito REDER$ 9,8 mil · 376 votosR$ 26,1
- Célia Do Posto PSBR$ 6,6 mil · 311 votosR$ 21,1
- Edgar Da Saúde PSDBR$ 9,7 mil · 465 votosR$ 20,8
- Fatima Barros PSBR$ 8,7 mil · 500 votosR$ 17,4
Votos por real
- 2024, vereador: 61 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 37 votos por R$ 1.000, 58% da mediana da disputa.
- 2018, deputado estadual: 15 votos por R$ 1.000, 24% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 166 votos por R$ 1.000, 5,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.