Apuração
Vereador · 2020 · AGIR

Alisson Cardoso

Alisson Cardoso da Silva · nasceu em 1962

Alisson Cardoso se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoAGIR+0,53← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PT2014DC2016DC2018PATRIOTA2020AGIR← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 4 partidos: PT (2004), DC (2014–2016), PATRIOTA (2018), AGIR (2020).

Dep. federalDep. estadualVereadorPartidoPTDCPATRIOTAAGIR’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 58 anos, superior incompleto, cor preta. A cor declarada mudou: parda em 2014, preta em 2016. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Maceió (AL)
    AGIR 36999· direita
    suplente
  2. 2018
    Deputado estadual · Alagoas
    PATRIOTA 51051· direita
    candidatura não chegou à urna
  3. 2016
    Vereador · Maceió (AL)
    DC 27273· direita
    suplente
  4. 2014
    Deputado federal · Alagoas
    DC 2727· direita
    suplente839 votos; 60º mais votado de 100 no estado
  5. 2004
    Vereador · Maceió (AL)
    PT 13913· centro-esquerda
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Alisson Cardoso teve 839 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 60º lugar entre 100 candidatos.

Recebeu votos em 35 cidades. Maceió deu 75,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 95,6%.

839 votos
votos para deputado federal em 2014
Cada quadrado é 1% de 839 votos.
  1. Maceió (AL)630 votos75,1%
  2. Piranhas (AL)40 votos4,8%
  3. Cacimbinhas (AL)30 votos3,6%
  4. Rio Largo (AL)17 votos2%
  5. Matriz de Camaragibe (AL)16 votos1,9%
  6. Outras 20 cidades37 votos4,4%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Alisson Cardoso declarou ao TSE R$ 5,1 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 4,4 mil, 40% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontesToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Maceió (AL) · AGIR · suplente

De onde veio

R$ 620
100% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

Nada declarado em 2020.

Quanto custou cada voto: vereador, Maceió (AL), 2020

Mediana da disputa: R$ 43,1 por voto. Quem venceu, Kelmann, gastou R$ 29,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 271; o mais barato, R$ 29,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 105 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
  • 2014, deputado federal: 839 votos por R$ 1.000, 16 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.