Alisson
Alisson Ramos Mendonça · nasceu em 1963
Alisson se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2012, e foi eleito em 3.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008 e 2012.
Passou por 2 partidos: MDB (2002), PT (2004–2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, eleito.
Declarou ao TSE em 2012: 48 anos, superior incompleto, vereador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
- 2002Deputado estadual · BahiaMDB 15210· centro· na urna, Alisson Mendonçasuplente5.282 votos; 174º mais votado de 493 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Alisson teve 5.282 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 174º lugar entre 493 candidatos.
Recebeu votos em 74 cidades. Ilhéus deu 85,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,7%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Alisson declarou R$ 108,5 mil em bens, em reais de hoje: 8,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 11,5 mil, já descontada a inflação.
Declarou 8,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2012.
- AlissonR$ 108,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 13,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 107,4 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Alisson declarou ao TSE R$ 114 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 46 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Ilhéus (BA) · PT · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 14,7 mil51,6%
- Pessoas9 pessoas, não nomeadasR$ 13,6 mil47,8%
- PartidoR$ 1730,6%
Para onde foi
- Outros10 pessoas, não nomeadasR$ 7.90627,7%
- EscritórioR$ 1170,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Ilhéus (BA), 2012
Mediana da disputa: R$ 51,5 por voto. Quem venceu, Fabio Magal, gastou R$ 23,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 162; o mais barato, R$ 23,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Roland CIDADANIAR$ 224 mil · 1.383 votosR$ 162
- Ronald PTR$ 32 mil · 466 votosR$ 69
- Gilmar Sodré MOBILIZAR$ 129 mil · 2.039 votosR$ 63,3
- Dinho Gas PSDR$ 70 mil · 1.124 votosR$ 62,6
- Cosme Araujo PDTR$ 77 mil · 1.231 votosR$ 62,2
- Rafael Benevides PPR$ 63 mil · 1.216 votosR$ 51,7
- Gil Gomes PPR$ 38 mil · 730 votosR$ 51,5
- Nerival PC do BR$ 41 mil · 1.078 votosR$ 38,1
- Luiz Carlos (Escuta) PPR$ 30 mil · 1.116 votosR$ 26,9
- Doutor Jó PC do BR$ 30 mil · 1.126 votosR$ 26,8
- Paulo Carqueija PTR$ 35 mil · 1.429 votosR$ 24,2
- Fabio Magal PSCR$ 53 mil · 2.271 votosR$ 23,2
Votos por real
- 2012, vereador: 65 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2008, vereador: 60 votos por R$ 1.000, 78% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 128 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 175 votos por R$ 1.000, 82% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.