Apuração
Vereador · 2016 · MDB

Alirio Malmann

Alirio Almeri Malmann · nasceu em 1964

Alirio Malmann disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Soledade (RS)), pelo MDB: suplente.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,32← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoMDB2016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 52 anos, superior completo, empresário, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Soledade (RS)
    MDB 15111· centro-direita
    suplente376 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Alirio Malmann declarou R$ 1,5 mi em bens, em reais de hoje: 20 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.

R$ 1,5 mi
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 898.064 na declaração)

Declarou 20 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.

  • Alirio MalmannR$ 1,5 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,5 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 9 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Casa de alvenaria com 300MR$ 1,2 mi
    Casa
  2. Cota capital empresa ELANTRA2012R$ 87,7 mil
    Ações
  3. Cota capital empresa diversolR$ 65 mil
    Ações
  4. Veiculo agile ano 2010R$ 40,6 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  5. Cota capital banco sicrediR$ 13 mil
    Ouro, ativo financeiro
  6. Fiat uno ano 1994R$ 12,2 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  7. Fiat uno ano 1991R$ 8.123
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  8. Kadett, ano 1990R$ 8.123
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  9. Conta banco sicredi agencia 0247R$ 5.790
    Conta corrente no país

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Alirio Malmann declarou ao TSE R$ 5,8 mil em receitas, em reais de hoje, 7,1% de dinheiro público.

2016 · Vereador · Soledade (RS) · MDB · suplente

De onde veio

R$ 5.776
7,1% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.776.
  1. Próprio bolsoR$ 3.99969,2%
  2. PartidoR$ 87915,2%
  3. PessoasR$ 4868,4%
  4. Fundo partidárioR$ 4117,1%

Para onde foi

R$ 5.776
O maior gasto foi com material impresso: 56% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.776.
  1. Material impressoR$ 3.23456%
  2. ServiçosR$ 1.05218,2%
  3. TransporteR$ 71212,3%
  4. PessoalR$ 4868,4%
  5. EventosR$ 2915%

Quanto custou cada voto: vereador, Soledade (RS), 2016

Mediana da disputa: R$ 37,9 por voto. Quem venceu, Vizzoto, gastou R$ 17,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 99,8; o mais barato, R$ 17,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 65 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.