Alirio da Rosa
nasceu em 1977
Alirio da Rosa disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Leoberto Leal (SC)), pelo PDT: não eleito.
Centro-esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 38 anos, até o fundamental, comerciante, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Alirio da Rosa declarou R$ 297,3 mil em bens, em reais de hoje: 2,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina.
Declarou 2,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2016.
- Alirio da RosaR$ 297,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 107,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 253,3 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Alirio da Rosa declarou ao TSE R$ 5,2 mil em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereador · Leoberto Leal (SC) · PDT · não eleito
De onde veio
- PessoasR$ 2.88155,3%
- Próprio bolsoR$ 2.33044,7%
Para onde foi
- TransporteR$ 3.17761%
- ServiçosR$ 1.78134,2%
- Material impressoR$ 2384,6%
- EscritórioR$ 150,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Leoberto Leal (SC), 2016
Mediana da disputa: R$ 57 por voto. Quem venceu, Sérginho, gastou R$ 29,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 925; o mais barato, R$ 29,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Simoni MDBR$ 7,4 mil · 8 votosR$ 925
- Pedro Camilo PPR$ 7,5 mil · 51 votosR$ 147
- Eloi MDBR$ 10 mil · 90 votosR$ 115
- Ivonésio PSDR$ 7,6 mil · 70 votosR$ 109
- Fábio MDBR$ 9,2 mil · 96 votosR$ 96,3
- Edson Lopes PSDR$ 7,4 mil · 120 votosR$ 61,7
- Matias PPR$ 11 mil · 187 votosR$ 57
- Evaldir PSDBR$ 7,7 mil · 143 votosR$ 53,8
- Enfermeira Daiana PSDBR$ 7,3 mil · 135 votosR$ 53,8
- Joenir Alexandre MDBR$ 9,6 mil · 230 votosR$ 41,6
- Lecio MDBR$ 7,2 mil · 217 votosR$ 33
- Sérginho MDBR$ 7,3 mil · 245 votosR$ 29,7
Votos por real
- 2016, vereador: 20 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.