Apuração
Deputado estadual · 2010 · REPUBLICANOS

Alexandre Muniz

Alexandre Lacerda Muniz · nasceu em 1981

Alexandre Muniz se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2010, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoREPUBLICANOS+0,37← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008REPUBLICANOS2010REPUBLICANOS← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo REPUBLICANOS.

Dep. estadualVereadorPartidoREPUBLICANOS20082010
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2010, não eleito.

Declarou ao TSE em 2010: 29 anos, ensino médio. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2010
    Deputado estadual · Mato Grosso
    REPUBLICANOS 10123· centro-direita
    não eleito8.014 votos; 56º mais votado de 226 no estado
  2. 2008
    REPUBLICANOS 10123· centro-direita
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Alexandre Muniz teve 8.014 votos para deputado estadual, 0,5% dos votos válidos do estado: 56º lugar entre 226 candidatos.

Recebeu votos em 107 cidades. Cuiabá deu 34,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 79,1%.

8.014 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 8.014 votos.
  1. Cuiabá (MT)2.763 votos34,5%
  2. Várzea Grande (MT)1.060 votos13,2%
  3. Rondonópolis (MT)513 votos6,4%
  4. Cáceres (MT)418 votos5,2%
  5. Sinop (MT)344 votos4,3%
  6. Outras 92 cidades1.674 votos20,9%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Alexandre Muniz declarou ao TSE R$ 240 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 233 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 10 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2010 · Deputado estadual · Mato Grosso · REPUBLICANOS · não eleito

De onde veio

R$ 232,7 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 21 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 232,7 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas21 pessoas, não nomeadasR$ 75,8 mil32,6%

Para onde foi

R$ 232,7 mil
O maior gasto foi com outros: 43% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 232,7 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal17 pessoas, não nomeadasR$ 20,2 mil8,7%
  2. EventosR$ 4.8872,1%
  3. EscritórioR$ 1250,1%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Mato Grosso, 2010

Mediana da disputa: R$ 91,8 por voto. Quem venceu, Riva, gastou R$ 39 por voto. O voto mais caro custou R$ 211; o mais barato, R$ 39.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2010, deputado estadual: 35 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 108 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.