Apuração
Vereador · 2020 · PDT

Alexandre Geleia

Alexandre Pereira Alves · nasceu em 1978

Alexandre Geleia se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPDT+0,04← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008AVANTE2016SOLIDARIEDADE2020PDT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: AVANTE (2008), SOLIDARIEDADE (2016), PDT (2020).

VereadorPartidoAVANTESOLIDARIEDADEPDT2008201020122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2020: 42 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Cassilândia (MS)
    PDT 12777· centro-esquerda
    candidatura não chegou à urna
  2. 2016
    Vereador · Cassilândia (MS)
    SOLIDARIEDADE 77777· centro-direita· na urna, Alexandre (geléia)
    suplente236 votos
  3. 2008
    Vereador · Cassilândia (MS)
    AVANTE 70999· centro-direita· na urna, Alexandre Alves
    não eleito

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Alexandre Geleia declarou R$ 126,7 mil em bens, em reais de hoje: 2,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul.

Em 2016, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 126,7 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 47.000 na declaração)

Declarou 2,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2008.

  • Alexandre GeleiaR$ 126,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 149 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 126,7 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Alexandre Geleia declarou ao TSE R$ 1,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 703, 100% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 20.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Cassilândia (MS) · PDT · candidatura não chegou à urna

De onde veio

R$ 703
100% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

Nada declarado em 2020.

Quanto custou cada voto: vereador, Cassilândia (MS), 2020

Mediana da disputa: R$ 46,6 por voto. Quem venceu, Sumara F Leal, gastou R$ 8,20 por voto. O voto mais caro custou R$ 286; o mais barato, R$ 8,20.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Valnice Mendes PSLR$ 4,3 mil · 15 votosR$ 286
  • Tina Mendes PSLR$ 7,1 mil · 32 votosR$ 221
  • Cilmar Borges PSLR$ 7,1 mil · 35 votosR$ 202
  • Aninha PSLR$ 11 mil · 64 votosR$ 180
  • Dra Edimar PSLR$ 11 mil · 120 votosR$ 94,6
  • Patrícia Souza PSLR$ 6,8 mil · 93 votosR$ 73,5
  • Waltinho Advogado PDTR$ 8,3 mil · 178 votosR$ 46,6
  • Marcia Azambuja Leonel PSDBR$ 6,8 mil · 190 votosR$ 35,9
  • Samuel Béu PSDBR$ 7,1 mil · 203 votosR$ 35
  • Luiz Fernando PSLR$ 4,4 mil · 245 votosR$ 17,8
  • José Martiniano De Moura PDTR$ 4,6 mil · 358 votosR$ 13
  • Sumara F Leal PDTR$ 4,2 mil · 518 votosR$ 8,20

Votos por real

  • 2016, vereador: 236 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 38 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.