Apuração
Deputado estadual · 2018 · PRTB

Alexandre Filho

Antonio Alexandre Filho · nasceu em 1953

Alexandre Filho se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2018, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPRTB+0,35← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PSB2004PSC2006PP2008MOBILIZA2018PRTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 5 partidos: PSB (2002), PSC (2004), PP (2006), MOBILIZA (2008), PRTB (2018).

Dep. federalDep. estadualVice-prefeitoVereadorPartidoPSBPSCPPMOBILIZAPRTB’02’04’06’08’10’12’14’16’18
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2018, não eleito.

Declarou ao TSE em 2018: 65 anos, ensino médio, contador, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado estadual · Tocantins
    PRTB 28121· direita
    não eleito744 votos; 99º mais votado de 207 no estado
  2. 2008
    MOBILIZA 33121· centro-direita
    candidatura não chegou à urna
  3. 2006
    Deputado federal · Tocantins
    PP 1115· direita
    suplente2.944 votos; 29º mais votado de 70 no estado
  4. 2004
    Vice-prefeito · Augustinópolis (TO)
    PSC 23· direita
    Na chapa de Manoel Queiroz
    chapa não eleita1.991 votos da chapa, 27,0%
  5. 2002
    Deputado estadual · Tocantins
    PSB 40789· centro-esquerda
    não eleito468 votos; 120º mais votado de 264 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Alexandre Filho teve 744 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 99º lugar entre 207 candidatos.

Recebeu votos em 41 cidades. Augustinópolis deu 34,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,7%.

744 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 744 votos.
  1. Augustinópolis (TO)256 votos34,4%
  2. Palmas (TO)243 votos32,7%
  3. Araguaína (TO)63 votos8,5%
  4. Darcinópolis (TO)21 votos2,8%
  5. Praia Norte (TO)17 votos2,3%
  6. Outras 26 cidades47 votos6,3%
As outras 2 eleições para deputado
2.944 votos
votos para deputado federal em 2006
Cada quadrado é 1% de 2.944 votos.
  1. Augustinópolis (TO)2.585 votos87,8%
  2. Palmas (TO)47 votos1,6%
  3. Araguatins (TO)36 votos1,2%
  4. Praia Norte (TO)23 votos0,8%
  5. Araguaína (TO)22 votos0,7%
  6. Outras 52 cidades108 votos3,7%
468 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 468 votos.
  1. Augustinópolis (TO)174 votos37,2%
  2. Palmas (TO)78 votos16,7%
  3. Miracema do Tocantins (TO)58 votos12,4%
  4. Araguatins (TO)39 votos8,3%
  5. Araguaína (TO)14 votos3%
  6. Outras 13 cidades20 votos4,3%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Alexandre Filho declarou R$ 213,1 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2018, o total subiu R$ 87,8 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 213,1 mil
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 140.000 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a deputado estadual no Tocantins em 2018.

  • Alexandre FilhoR$ 213,1 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 213,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,5 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 213,1 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Alexandre Filho declarou ao TSE R$ 5,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado federal: R$ 5,4 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2018 · Deputado estadual · Tocantins · PRTB · não eleito

De onde veio

Nada declarado em 2018.

Para onde foi

R$ 9.203
O maior gasto foi com material impresso: 100% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 9.203.
  1. Material impressoTudo de Lemes E Antunys LtdaR$ 9.18399,8%
  2. EscritórioR$ 200,2%

As contas de 2018 ainda não são finais: o TSE segue recebendo as prestações de contas.

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Tocantins, 2018

Mediana da disputa: R$ 41,1 por voto. Quem venceu, Cleiton Cardoso, gastou R$ 17,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 2.140; o mais barato, R$ 17,9.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado estadual: 81 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa (contas parciais).
  • 2006, deputado federal: 549 votos por R$ 1.000, 12 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.