Alexandre Figueiredo
Alexandre Brito de Figueiredo · nasceu em 1974
Alexandre Figueiredo se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2022, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, nas duas medidas
As medidas concordam: ele fica entre +0,34 e +0,35 numa escala de −1 (esquerda) a +1 (direita).
Votou como o governo orientou em 87% das votações, e com a maioria do próprio partido em 90%; apoio ao governo é medido à parte e não muda a posição.
Pelo voto em cada legislatura e pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: MDB (2012–2018), PSD (2022).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2022, suplente.
Declarou ao TSE em 2022: 48 anos, superior completo, deputado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2022Deputado federal · SergipePSD 5500· centro-direitasuplente6.777 votos; 28º mais votado de 148 no estado
- 2018
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2022, Alexandre Figueiredo teve 6.777 votos para deputado federal, 0,6% dos votos válidos do estado: 28º lugar entre 148 candidatos.
Recebeu votos em 73 cidades. Aracaju deu 26,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 79,0%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2022, Alexandre Figueiredo declarou R$ 2,1 mi em bens, em reais de hoje: 24 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Sergipe. Entre 2012 e 2022, o total caiu R$ 160 mil, já descontada a inflação.
Declarou 24 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal em Sergipe em 2022.
- Alexandre FigueiredoR$ 2,1 mi
- Mediana dos candidatosR$ 88,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 486,1 mil
Cada quadrado, R$ 100 mil.
Os 10 itens declarados em 2022, do maior ao menor
- TerrenoR$ 722,7 milOutros bens imóveis
- Gado bovinoR$ 301,1 milBens da atividade autônoma
- Edf. casa blancaR$ 301,1 milApartamento
- Edf. vivaceR$ 240,9 milApartamento
- Edf. litoraneoR$ 120,5 milApartamento
- LoteR$ 96,4 milTerreno
- AutomóvelR$ 84,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Dinheiro em espécieR$ 84,3 milDinheiro em espécie
- AutomóvelR$ 72,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- AutomóvelR$ 60,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Alexandre Figueiredo declarou ao TSE R$ 692 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2022, para deputado federal: R$ 375 mil, 97% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2022 · Deputado federal · Sergipe · PSD · suplente
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Partido Social Democratico - Sergipe - Se - EstadualR$ 362,5 mil96,6%
- Próprio bolsoR$ 10,3 mil2,8%
- PessoasR$ 2.4020,6%
Para onde foi
- Pessoal65 pessoas, não nomeadasR$ 72,9 mil20,3%
- Rádio, TV e vídeoR$ 10,8 mil3%
- EscritórioR$ 8410,2%
Quanto custou cada voto: deputado federal, Sergipe, 2022
Mediana da disputa: R$ 62,8 por voto. Quem venceu, Thiago De Joaldo, gastou R$ 19,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.996; o mais barato, R$ 17,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Adriana Mallezan PODER$ 2,8 milhões · 1.418 votosR$ 1.996
- Jota Jota Do Ronda Da Notícia UNIÃOR$ 601 mil · 478 votosR$ 1.256
- Anderson Gois UNIÃOR$ 1,2 milhão · 2.190 votosR$ 548
- Ilani Paulina Enfermeira PPR$ 719 mil · 1.408 votosR$ 511
- Gabriela Passos PPR$ 1,9 milhão · 4.277 votosR$ 453
- Suely Ouro PSDR$ 1,9 milhão · 6.574 votosR$ 283
- Pastor Jony REPUBLICANOSR$ 759 mil · 3.091 votosR$ 245
- Livia Menezes REPUBLICANOSR$ 653 mil · 2.754 votosR$ 237
- Daniela Fortes UNIÃOR$ 1,2 milhão · 5.530 votosR$ 217
- Toinho Nery UNIÃOR$ 901 mil · 5.164 votosR$ 174
- Fábio Henrique UNIÃOR$ 3,7 milhões · 28.171 votosR$ 132
- Gedalva Umbaubá UNIÃOR$ 1,2 milhão · 11.176 votosR$ 107
- Delegada Katarina PSDR$ 3,1 milhões · 38.135 votosR$ 82,2
- Luciano De Menininha PPR$ 737 mil · 10.192 votosR$ 72,3
- Rodrigo Valadares UNIÃOR$ 3,4 milhões · 49.696 votosR$ 67,7
- Heleno Silva REPUBLICANOSR$ 1,8 milhão · 28.173 votosR$ 62,8
- Alex Melo REPUBLICANOSR$ 897 mil · 16.203 votosR$ 55,4
- Coração Valente PPR$ 735 mil · 13.422 votosR$ 54,7
- Bosco Costa PLR$ 1,5 milhão · 29.651 votosR$ 49,7
- Pastor Antonio PPR$ 739 mil · 15.421 votosR$ 47,9
- Zezinho Guimarães PLR$ 607 mil · 16.184 votosR$ 37,5
- Gustinho Ribeiro REPUBLICANOSR$ 2,4 milhões · 71.831 votosR$ 33,9
- Fabio Reis PSDR$ 2,3 milhões · 75.848 votosR$ 30,5
- Joao Daniel PTR$ 2 milhões · 68.969 votosR$ 29,6
- Yandra De André UNIÃOR$ 3,9 milhões · 131.471 votosR$ 29,6
- Delegado Andre David REPUBLICANOSR$ 901 mil · 31.597 votosR$ 28,5
- Luiz Roberto PDTR$ 843 mil · 35.564 votosR$ 23,7
- Capitão Samuel PPR$ 764 mil · 38.151 votosR$ 20
- Thiago De Joaldo PPR$ 889 mil · 45.698 votosR$ 19,5
- Eliane Aquino PTR$ 1,1 milhão · 66.072 votosR$ 17,4
Votos por real
- 2022, deputado federal: 19 votos por R$ 1.000, 87% da mediana da disputa.
- 2018, deputado federal: 72 votos por R$ 1.000, 70% da mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 4 votos por R$ 1.000, 31% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.