Apuração
Vereador · 2020 · AVANTE

Alexandre do Cardeiro

Alexandre Gomes de Souza · nasceu em 1985

Alexandre do Cardeiro se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 1.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoAVANTE+0,42← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PP2012PTB2016DC2020AVANTE← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.

Passou por 4 partidos: PP (2008), PTB (2012), DC (2016), AVANTE (2020).

VereadorPartidoPPPTBDCAVANTE2008201020122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 35 anos, ensino médio, vereador, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Soledade (PB)
    AVANTE 70999· centro-direita
    suplente
  2. 2016
    Vereador · Soledade (PB)
    DC 27777· direita
    eleito362 votos
  3. 2012
    Vereador · Soledade (PB)
    PTB 14000· centro-direita· na urna, Alexandre
    suplente
  4. 2008
    Vereador · Soledade (PB)
    PP 11111· direita· na urna, Alexandre
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Alexandre do Cardeiro declarou R$ 28,7 mil em bens, em reais de hoje: 10 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Paraíba. Entre 2012 e 2020, o total subiu R$ 15,6 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 2.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 28,7 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 20.000 na declaração)

Declarou 10 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Paraíba em 2020.

  • Alexandre do CardeiroR$ 28,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 2.873
  • Mediana dos eleitosR$ 40,2 mil

Cada quadrado, R$ 2.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 28,7 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Alexandre do Cardeiro declarou ao TSE R$ 4,4 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 2,3 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 100.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Soledade (PB) · AVANTE · suplente

De onde veio

R$ 808
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 808.
  1. Próprio bolsoR$ 60975,3%
  2. PessoasR$ 20024,7%

Para onde foi

R$ 808
O maior gasto foi com material impresso: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Soledade (PB), 2020

Mediana da disputa: R$ 7,45 por voto. Quem venceu, Jaelby, gastou R$ 3,51 por voto. O voto mais caro custou R$ 421; o mais barato, R$ 3,51.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2020, vereador: 104 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 344 votos por R$ 1.000, 4,2 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 67 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 122 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.