Apuração
Vereador · 2024 · PSB

Alexandre do Bauxi

Alexandre Ribeiro de Lucena · nasceu em 1975

Alexandre do Bauxi se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 1. Em 2 delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPSB−0,01← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PP2008PL2012PDT2016PL2020PSB2024PSB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2020.

Passou por 4 partidos: PP (2004), PL (2008), PDT (2012), PL (2016), PSB (2020–2024).

VereadorPartidoPPPLPDTPLPSB’04’06’08’10’12’14’16’18’20’22’24
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.

Declarou ao TSE em 2024: 49 anos, ensino médio, vereador, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    PSB 40000· centro-esquerda
    suplente250 votos
  2. 2020
    PSB 40000· centro-esquerda
    eleito244 votos
  3. 2016
    PL 22333· direita
    suplente202 votos
  4. 2012
    PDT 12345· centro-esquerda· na urna, Alexandre Taques
    candidatura não chegou à urna
  5. 2008
    PL 22000· direita· na urna, Alexandre Taques
    suplente234 votos
  6. 2004
    PP 11234· direita· na urna, Alexandre
    candidatura não chegou à urna

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Alexandre do Bauxi declarou ao TSE R$ 14 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 4,4 mil, 32% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2024 · Vereador · Rosário Oeste (MT) · PSB · suplente

De onde veio

R$ 2.997
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

Nada declarado em 2024.

Quanto custou cada voto: vereador, Rosário Oeste (MT), 2024

Mediana da disputa: R$ 79,8 por voto. Quem venceu, Marta, gastou R$ 14,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 664; o mais barato, R$ 14,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Nestrasio Ramos PLR$ 12 mil · 18 votosR$ 664
  • Elza Mundim PLR$ 61 mil · 100 votosR$ 611
  • Dyego Queiroz MDBR$ 9,6 mil · 45 votosR$ 213
  • Jukynha PTR$ 9 mil · 46 votosR$ 195
  • Rejane Do Postao PLR$ 7,5 mil · 60 votosR$ 125
  • Nina UNIÃOR$ 8,6 mil · 90 votosR$ 95,1
  • Professora Thaís PTR$ 9 mil · 113 votosR$ 79,8
  • Cesar Da Farmacia PLR$ 13 mil · 168 votosR$ 78,1
  • Professor Gilmar PLR$ 11 mil · 396 votosR$ 27,6
  • Maxmar PPR$ 9,4 mil · 521 votosR$ 18
  • Tete UNIÃOR$ 8,5 mil · 498 votosR$ 17,2
  • Marta UNIÃOR$ 8,6 mil · 608 votosR$ 14,1

Votos por real

  • 2020, vereador: 56 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 78 votos por R$ 1.000, 3,5 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.