Alexandre de Flores
Alexandre Barbosa Machado · nasceu em 1972
Alexandre de Flores se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PODE (2012), PROS (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 44 anos, superior completo, administrador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Alexandre de Flores declarou R$ 81,2 mil em bens, em reais de hoje.
Mais da metade (51%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2016.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Alexandre de Flores declarou ao TSE R$ 4,7 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 3,3 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Miracema (RJ) · PROS · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 2.12965,3%
- PessoasR$ 97229,8%
- Outros candidatosR$ 1625%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.49045,8%
- ServiçosR$ 97229,9%
- TransporteR$ 55116,9%
- Rádio, TV e vídeoR$ 2437,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Miracema (RJ), 2016
Mediana da disputa: R$ 25,5 por voto. Quem venceu, Genessi Rodrigues, gastou R$ 14,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 61,4; o mais barato, R$ 14,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dr. Romualdo PVR$ 9,3 mil · 152 votosR$ 61,4
- Paulinho Azevedo MDBR$ 24 mil · 419 votosR$ 56,8
- Waltinho Da Sol E Neve PVR$ 10 mil · 185 votosR$ 54,5
- Alessandra Freire DEMR$ 13 mil · 304 votosR$ 43,3
- Joao Rosquinha MDBR$ 9,8 mil · 245 votosR$ 40,1
- Quinzinho PVR$ 9,7 mil · 334 votosR$ 28,9
- Brecoco PPR$ 11 mil · 430 votosR$ 25,5
- Hugo Fernandes PROSR$ 13 mil · 549 votosR$ 23,3
- Marcus Felipe Linhares PPR$ 10 mil · 477 votosR$ 22
- Fabricio Xavier MDBR$ 11 mil · 573 votosR$ 20
- Mauricio Vô SOLIDARIEDADER$ 9,1 mil · 525 votosR$ 17,2
- Genessi Rodrigues DCR$ 8,7 mil · 586 votosR$ 14,8
Votos por real
- 2016, vereador: 111 votos por R$ 1.000, 3,6 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 280 votos por R$ 1.000, 9,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.