Alexandre Cintra
nasceu em 1974
Alexandre Cintra se candidatou em 3 eleições, de 2016 a 2024, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016 e 2020.
Sempre pelo PSDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 50 anos, superior completo, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Alexandre Cintra declarou R$ 2.712 em bens, em reais de hoje.
Declarou 12% da mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2024.
- Alexandre CintraR$ 2.712
- Mediana dos candidatosR$ 22,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 107,2 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Alexandre Cintra declarou ao TSE R$ 12 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2024, para vereador: R$ 9,5 mil, 3,5% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Mogi Mirim (SP) · PSDB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 6.56268,9%
- Próprio bolsoR$ 2.62727,6%
- Outros candidatosR$ 3373,5%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Mogi Mirim (SP), 2024
Mediana da disputa: R$ 91,4 por voto. Quem venceu, Mané Palomino, gastou R$ 34,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.063; o mais barato, R$ 34,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Betinha Da Serralheria PSDR$ 38 mil · 36 votosR$ 1.063
- Samara Roberta PSDR$ 38 mil · 48 votosR$ 796
- George Furtoso PSDR$ 33 mil · 46 votosR$ 720
- Luciara Cristina PSDR$ 38 mil · 92 votosR$ 414
- Eladir Sobottka PSDR$ 38 mil · 127 votosR$ 301
- Marcela Sechinato PSDR$ 42 mil · 346 votosR$ 120
- Eng Thiago Raimundo Thiagão PSDR$ 36 mil · 389 votosR$ 91,4
- Ernani PTR$ 36 mil · 410 votosR$ 87,4
- Ademir Junior REPUBLICANOSR$ 43 mil · 603 votosR$ 71,8
- Marcio Do Boxe UNIÃOR$ 36 mil · 579 votosR$ 61,3
- Cabo Wagner PLR$ 37 mil · 811 votosR$ 45,7
- Mané Palomino PSDR$ 39 mil · 1.123 votosR$ 34,7
Votos por real
- 2024, vereador: 45 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 581 votos por R$ 1.000, 11 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 499 votos por R$ 1.000, 16 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.