Apuração
Vereador · 2016 · PP

Alexandre Capitanio

Alexandre Moacir Capitanio · nasceu em 1974

Alexandre Capitanio se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,66← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PP2008PP2012PP2016PP← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PP.

Vice-prefeitoVereadorPartidoPP2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 42 anos, ensino médio, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Carazinho (RS)
    PP 11211· direita
    suplente812 votos
  2. 2012
    Vice-prefeito · Carazinho (RS)
    PP 11· direita· na urna, Capitânio
    Na chapa de Aylton Magalhães
    chapa não eleita14.610 votos da chapa, 39,0%
  3. 2008
    Vice-prefeito · Carazinho (RS)
    PP 11· direita· na urna, Capitanio
    Na chapa de Aylton Magalhães
    chapa eleita14.889 votos da chapa, 41,4%
  4. 2004
    Vereador · Carazinho (RS)
    PP 11211· direita
    não eleito853 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Alexandre Capitanio declarou R$ 734,4 mil em bens, em reais de hoje: 10 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 111 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 25 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 734,4 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 452.000 na declaração)

Declarou 10 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.

  • Alexandre CapitanioR$ 734,4 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 734,4 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Alexandre Capitanio declarou ao TSE R$ 11 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 5,9 mil, 2,5% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Carazinho (RS) · PP · suplente

De onde veio

R$ 5.881
2,5% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.881.
  1. PessoasR$ 2.59144,1%
  2. Próprio bolsoR$ 2.59144,1%
  3. Outros candidatosR$ 4137%
  4. Fundo partidárioR$ 1492,5%
  5. PartidoR$ 1382,3%

Para onde foi

R$ 5.884
O maior gasto foi com material impresso: 71% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.884.
  1. Material impressoR$ 4.15270,6%
  2. PessoalR$ 1.73329,4%

Quanto custou cada voto: vereador, Carazinho (RS), 2016

Mediana da disputa: R$ 30,2 por voto. Quem venceu, Joao Pedro Albuquerque Azevedo, gastou R$ 15,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 152; o mais barato, R$ 15,7.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 138 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 175 votos por R$ 1.000, 3,4 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.