Alexandre
Alexandre Alves Borges · nasceu em 1972
Alexandre se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004 e 2008.
Passou por 2 partidos: DEM (2004–2008), PSD (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 44 anos, ensino médio, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Alexandre declarou R$ 161,3 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 13 mil, já descontada a inflação.
Declarou 38% da mediana dos candidatos a prefeito em São Paulo em 2016.
- AlexandreR$ 161,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 419,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 559,7 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Dinheiro em meu poderR$ 133,7 milDinheiro em espécie
- Gm/corsa ano 1996 cor cinzaR$ 12,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Vw/ voyage ano 85/86 cor cinzaR$ 8.123Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Ford escort cor vermelha ano 1986R$ 7.311Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Alexandre declarou ao TSE R$ 134 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para prefeito: R$ 60 mil.
Campanha a campanha
2016 · Prefeito · Jeriquara (SP) · PSD · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 42,6 mil92,6%
- Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 3.4007,4%
Para onde foi
- Pessoal21 pessoas, não nomeadasR$ 22,5 mil48,9%
- Serviços1 pessoas, não nomeadasR$ 6.72014,6%
- OutrosR$ 1.7813,9%
- TransporteR$ 7581,6%
- EscritórioR$ 1680,4%
Quanto custou cada voto: prefeito, Jeriquara (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 26,4 por voto. Quem venceu, Eder, gastou R$ 26,4 por voto.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Votos por real
- 2008, prefeito: 38 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2004, prefeito: 53 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.