Apuração
Deputado estadual · 2022 · AVANTE

Alex Bora

Alex Luis de Souza · nasceu em 1983

Alex Bora se candidatou em 6 eleições, de 2008 a 2022, e foi eleito em 2.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoAVANTE+0,43← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PSB2012PL2016PL2018PL2020PL2022AVANTE← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.

Passou por 3 partidos: PSB (2008), PL (2012–2020), AVANTE (2022).

Dep. estadualVice-prefeitoVereadorPartidoPSBPLAVANTE20082010201220142016201820202022
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2022, não eleito.

Declarou ao TSE em 2022: 39 anos, ensino médio, comerciário, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2022
    Deputado estadual · Rio Grande do Sul
    AVANTE 70222· centro-direita
    não eleito2.996 votos; 308º mais votado de 782 no estado
  2. 2020
    Vice-prefeito · Parobé (RS)
    PL 12· direita
    Na chapa de Diego Picucha
    chapa eleita22.026 votos da chapa, 76,9%
  3. 2018
    Deputado estadual · Rio Grande do Sul
    PL 22122· direita
    suplente2.193 votos; 344º mais votado de 798 no estado
  4. 2016
    Vereador · Parobé (RS)
    PL 22222· direita
    eleito763 votos
  5. 2012
    Vereador · Parobé (RS)
    PL 22222· direita
    eleito566 votos
  6. 2008
    Vereador · Parobé (RS)
    PSB 40511· centro-esquerda· na urna, Alex (bora)
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2022, Alex Bora teve 2.996 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 308º lugar entre 782 candidatos.

Recebeu votos em 82 cidades. Parobé deu 73,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,2%.

2.996 votos
votos para deputado estadual em 2022
Cada quadrado é 1% de 2.996 votos.
  1. Parobé (RS)2.203 votos73,5%
  2. Crissiumal (RS)126 votos4,2%
  3. Sapiranga (RS)122 votos4,1%
  4. Taquara (RS)117 votos3,9%
  5. Nova Hartz (RS)44 votos1,5%
  6. Outras 67 cidades175 votos5,8%
As outras 1 eleições para deputado
2.193 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 2.193 votos.
  1. Parobé (RS)1.346 votos61,4%
  2. Taquara (RS)133 votos6,1%
  3. Igrejinha (RS)69 votos3,1%
  4. Sapiranga (RS)66 votos3%
  5. Sananduva (RS)34 votos1,6%
  6. Outras 127 cidades354 votos16,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2022, Alex Bora declarou R$ 24,1 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2022, o total caiu R$ 2.204, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 24,1 mil
em bens declarados em 2022, em reais de setembro de 2026 (R$ 20.000 na declaração)

Declarou 22% da mediana dos candidatos a deputado estadual no Rio Grande do Sul em 2022.

  • Alex BoraR$ 24,1 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 110,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 800,8 mil

Cada quadrado, R$ 25 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 24,1 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Alex Bora declarou ao TSE R$ 263 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado estadual: R$ 136 mil, 78% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2022 · Deputado estadual · Rio Grande do Sul · AVANTE · não eleito

De onde veio

R$ 15,6 mil
92% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 15,6 mil.
  1. Fundo eleitoralTudo de Avante Diretorio NacionalR$ 14,4 mil92,3%
  2. Próprio bolsoR$ 1.2017,7%

Para onde foi

R$ 15,6 mil
O maior gasto foi com material impresso: 40% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 15,6 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Rádio, TV e vídeoTudo de Francieli Caroline Lima Suptitz 84414707072R$ 4.80430,8%
  2. Escritório2 pessoas, não nomeadasR$ 1.94112,4%
  3. TransporteTudo de Alexandria Combustiveis Ltda.R$ 9616,2%
  4. PessoalTudo de Adyen Do Brasil Instituicao De Pagamento Ltda.R$ 8415,4%
  5. InternetTudo de Adyen Do Brasil Instituicao De Pagamento Ltda.R$ 8215,3%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Rio Grande do Sul, 2022

Mediana da disputa: R$ 26,7 por voto. Quem venceu, Matheus Gomes, gastou R$ 9,74 por voto. O voto mais caro custou R$ 507; o mais barato, R$ 9,74.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2022, deputado estadual: 192 votos por R$ 1.000, 6 vezes a mediana da disputa.
  • 2018, deputado estadual: 19 votos por R$ 1.000, 22% da mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 116 votos por R$ 1.000, 3,9 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 5,5 votos por R$ 1.000, 24% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.