Alex Bora
Alexsandro Rocha Zimerman · nasceu em 1976
Alex Bora se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Passou por 3 partidos: PV (2008–2012), PP (2016), PROS (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 44 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Alex Bora declarou R$ 144,6 mil em bens, em reais de hoje: 3,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2008 e 2016.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 3,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2016.
- Alex BoraR$ 144,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 42,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 170,3 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Alex Bora declarou ao TSE R$ 9,1 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 5,3 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Mandirituba (PR) · PROS · suplente
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 33458,4%
- Outros candidatosR$ 23841,6%
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Mandirituba (PR), 2020
Mediana da disputa: R$ 31,4 por voto. Quem venceu, Guilherme Chupel, gastou R$ 11,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 105; o mais barato, R$ 11,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Leila Camargo REPUBLICANOSR$ 5 mil · 47 votosR$ 105
- Joaquim Machado PODER$ 5,6 mil · 77 votosR$ 73,2
- Mario Trator DEMR$ 7,1 mil · 157 votosR$ 45,1
- Rosmar De Souza REPUBLICANOSR$ 7,1 mil · 159 votosR$ 44,8
- Robson Negão REPUBLICANOSR$ 6,7 mil · 151 votosR$ 44
- Side Do Armazém REPUBLICANOSR$ 5,6 mil · 130 votosR$ 43
- Geraldo Cartario Ribeiro DEMR$ 16 mil · 496 votosR$ 31,4
- Rosilene Da Autoescola PSCR$ 11 mil · 544 votosR$ 20
- Gima PSLR$ 8,2 mil · 478 votosR$ 17,2
- Edina Mãe Do Bernardo Junior PSCR$ 11 mil · 834 votosR$ 13,4
- Guilherme Palú Gelatti REPUBLICANOSR$ 6,2 mil · 522 votosR$ 12
- Guilherme Chupel PSDR$ 7,3 mil · 612 votosR$ 11,9
Votos por real
- 2016, vereador: 90 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 116 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 210 votos por R$ 1.000, 3,9 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.