Alex Necker
nasceu em 1974
Alex Necker se candidatou em 4 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em 2.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.
Sempre pelo PC do B.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 46 anos, superior completo, vereador, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2018. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2018Deputado federal · Rio Grande do SulPC do B 6522· esquerdanão eleito4.150 votos; 154º mais votado de 404 no estado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Alex Necker teve 4.150 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 154º lugar entre 404 candidatos.
Recebeu votos em 134 cidades. Passo Fundo deu 87,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,5%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Alex Necker declarou R$ 4.309 em bens, em reais de hoje. Entre 2016 e 2020, o total caiu R$ 49,1 mil, já descontada a inflação.
Declarou 7% da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.
- Alex NeckerR$ 4.309
- Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Alex Necker declarou ao TSE R$ 154 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado federal: R$ 102 mil, 86% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Passo Fundo (RS) · PC do B · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 10,8 mil73,7%
- PessoasR$ 3.22422%
- Fundo eleitoralR$ 6354,3%
Para onde foi
- Material impressoR$ 6.52860,5%
- TransporteR$ 2.83026,2%
- ServiçosR$ 1.41513,1%
- EscritórioR$ 230,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Passo Fundo (RS), 2020
Mediana da disputa: R$ 27 por voto. Quem venceu, Colussi, gastou R$ 11,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 111; o mais barato, R$ 11,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Julio Oliveira PPR$ 21 mil · 193 votosR$ 111
- Pacheco PC do BR$ 29 mil · 310 votosR$ 93,8
- Ronaldo Necher PPR$ 23 mil · 427 votosR$ 53,7
- Negão Da Padaria DEMR$ 60 mil · 1.156 votosR$ 52,1
- Rodinei Candeia PSLR$ 122 mil · 2.825 votosR$ 43,3
- Prof Édison Machado MDBR$ 24 mil · 602 votosR$ 40,6
- Iriel Sachet PTBR$ 34 mil · 1.254 votosR$ 27
- Osvaldo Gomes PPR$ 26 mil · 983 votosR$ 26,8
- Indio SOLIDARIEDADER$ 28 mil · 1.099 votosR$ 25,1
- Saul Spinelli PSBR$ 26 mil · 1.357 votosR$ 18,8
- Eva Valéria Lorenzato PTR$ 23 mil · 1.310 votosR$ 17,7
- Colussi DEMR$ 22 mil · 1.885 votosR$ 11,4
Votos por real
- 2020, vereador: 36 votos por R$ 1.000, 69% da mediana da disputa.
- 2018, deputado federal: 42 votos por R$ 1.000, 56% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 72 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 40 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.