Alex
Alex Versiani Gomes · nasceu em 1967
Alex se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PSDB (2008), CIDADANIA (2012), SOLIDARIEDADE (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2016, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2016: 49 anos, ensino médio, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016Vice-prefeito · Itacambira (MG)SOLIDARIEDADE 33· centro-direitaNa chapa de Marcelo de Zezéchapa não eleita1.763 votos da chapa, 42,9%
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Alex declarou R$ 419,2 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 183,2 mil acima da inflação.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Alex declarou ao TSE R$ 6,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 4,9 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Itacambira (MG) · CIDADANIA · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 2.96861%
- Outros candidatosR$ 1.59932,8%
- PessoasR$ 3016,2%
Para onde foi
- TransporteR$ 3.20165,8%
- Material impressoR$ 1.34127,5%
- ServiçosR$ 3256,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Itacambira (MG), 2012
Mediana da disputa: R$ 54,7 por voto. Quem venceu, Ney Pacheco, gastou R$ 39,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 326; o mais barato, R$ 33,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Marquinhos REPUBLICANOSR$ 9,5 mil · 29 votosR$ 326
- João De Deus PSDBR$ 6,1 mil · 33 votosR$ 186
- Zezinho De Marina CIDADANIAR$ 9,5 mil · 86 votosR$ 111
- Valdemi CIDADANIAR$ 14 mil · 133 votosR$ 105
- Miltinho PLR$ 6,8 mil · 67 votosR$ 102
- Ney De Tamandua REPUBLICANOSR$ 6,4 mil · 91 votosR$ 70,7
- Joaozinho Cantor REPUBLICANOSR$ 9,8 mil · 179 votosR$ 54,7
- Crispim CIDADANIAR$ 5,8 mil · 114 votosR$ 51,3
- Marcelinho Do Taxi PDTR$ 8,9 mil · 191 votosR$ 46,7
- Eder CIDADANIAR$ 8,3 mil · 185 votosR$ 45
- Ney Pacheco REPUBLICANOSR$ 8,9 mil · 227 votosR$ 39,4
- Joao Paulo REPUBLICANOSR$ 5,8 mil · 175 votosR$ 33,3
Votos por real
- 2012, vereador: 29 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 67 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.