Alex de Deca
Alexandre Leite Alves · nasceu em 1984
Alex de Deca se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em todas.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008 e 2016.
Passou por 2 partidos: DEM (2004–2008), PSD (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 31 anos, superior completo, enfermeiro, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Alex de Deca declarou R$ 618,2 mil em bens, em reais de hoje: 48 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 521,1 mil acima da inflação.
Declarou 48 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2016.
- Alex de DecaR$ 618,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 13 mil
- Mediana dos eleitosR$ 97,5 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 5 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Uma casa de 13 cômodosR$ 406,2 milCasa
- Um caminhão modelo volkswagemR$ 146,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Um automóvel fiat palio 1.4R$ 45,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Um automóvel fiatR$ 16,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Uma motomodelo hondaR$ 4.062Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Alex de Deca declarou ao TSE R$ 20 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 8,9 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Rio do Antônio (BA) · PSD · eleito
De onde veio
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 2.91550,4%
- Próprio bolsoR$ 2.86649,6%
Para onde foi
- Material impressoTudo de Claudinei Aparecido Sepulveda Da Costa - MeR$ 68011,8%
- Rádio, TV e vídeoTudo de Vanessa Lima Rodrigues 04912431540R$ 5679,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Rio do Antônio (BA), 2016
Alex De Deca: R$ 10,2 por voto (mediana da disputa, R$ 13,4). Quem venceu, Mané Preto, gastou R$ 9,24 por voto. O voto mais caro custou R$ 55,8; o mais barato, R$ 9,24.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Alex De Deca. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Zé Do Povo PTBR$ 6 mil · 108 votosR$ 55,8
- Bel PTBR$ 4,9 mil · 138 votosR$ 35,5
- Galego De Santino PPR$ 7,1 mil · 214 votosR$ 33,2
- Tõe Coutinho PPR$ 9,4 mil · 535 votosR$ 17,6
- Ivani De Ivan PSDR$ 5 mil · 287 votosR$ 17,3
- Salvadorzinho PODER$ 9,6 mil · 621 votosR$ 15,5
- André Berkovitz PATRIOTAR$ 6,9 mil · 514 votosR$ 13,4
- Tadeu Nunes PLR$ 6,6 mil · 507 votosR$ 13
- Celi De Galego PTBR$ 7,2 mil · 597 votosR$ 12
- Rege PSBR$ 6,6 mil · 583 votosR$ 11,4
- Alex De Deca PSDR$ 5,8 mil · 567 votosR$ 10,2
- Mané Preto PTR$ 5,2 mil · 563 votosR$ 9,24
Votos por real
- 2016, vereador: 98 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 97 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 54 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.