Alessandro Roger de Almeida
nasceu em 1971
Alessandro Roger de Almeida se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 2 partidos: MDB (2004–2008), PTB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 45 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Alessandro Roger de Almeida declarou R$ 143 mil em bens, em reais de hoje: 4,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 194,1 mil, já descontada a inflação.
Declarou 4,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Alessandro Roger de AlmeidaR$ 143 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Alessandro Roger de Almeida declarou ao TSE R$ 4,2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 3,2 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Manga (MG) · PTB · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 58154,5%
- PessoasR$ 48645,5%
Para onde foi
- Material impressoR$ 49146%
- TransporteR$ 32430,3%
- ServiçosR$ 16215,2%
- Rádio, TV e vídeoR$ 918,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Manga (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 93,8 por voto. Quem venceu, Macalé Da Agropasto, gastou R$ 32 por voto. O voto mais caro custou R$ 298; o mais barato, R$ 32.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Juliana Alves PHSR$ 14 mil · 46 votosR$ 298
- Tim 2000 PVR$ 13 mil · 57 votosR$ 226
- Necy PHSR$ 15 mil · 67 votosR$ 220
- Conceição Da Radio PHSR$ 16 mil · 79 votosR$ 199
- Warlley Naimerson PLR$ 19 mil · 184 votosR$ 104
- Lurdinha PTR$ 16 mil · 162 votosR$ 95,8
- Rafael De Bacana PLR$ 12 mil · 131 votosR$ 93,8
- Lu Bezerra PHSR$ 16 mil · 191 votosR$ 81,2
- Carminha De Luizinho PTR$ 14 mil · 183 votosR$ 76,9
- Jarbas Pimenta Bio PSBR$ 15 mil · 322 votosR$ 45,8
- Cassilia Assistente Social PSBR$ 14 mil · 341 votosR$ 40,8
- Macalé Da Agropasto PLR$ 14 mil · 426 votosR$ 32
Votos por real
- 2016, vereador: 272 votos por R$ 1.000, 12 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 58 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.