Alessandro Campos
Alessandro de Lima Campos · nasceu em 1980
Alessandro Campos se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 3 partidos: PRP (2004), PTB (2008), PSD (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 32 anos, superior completo, vereador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Alessandro Campos declarou R$ 109,6 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 36,8 mil acima da inflação.
Mais da metade (57%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2012.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Alessandro Campos declarou ao TSE R$ 66 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 57 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Vassouras (RJ) · PSD · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Vassouras (RJ), 2012
Mediana da disputa: R$ 76,2 por voto. Quem venceu, Jorge Carreiro, gastou R$ 34,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 481; o mais barato, R$ 34,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Eugenio PPR$ 75 mil · 155 votosR$ 481
- Dr Marcilio PPR$ 37 mil · 104 votosR$ 361
- Greice Medeiros MDBR$ 70 mil · 401 votosR$ 175
- Rosi PPR$ 103 mil · 1.005 votosR$ 103
- Dunga PC do BR$ 17 mil · 178 votosR$ 96,6
- Fabiola PC do BR$ 29 mil · 311 votosR$ 94,4
- Renato Melo PSBR$ 15 mil · 193 votosR$ 76,2
- Pedro Paulo Andrade PSBR$ 25 mil · 353 votosR$ 71,4
- Marquinhos Batalha PSDR$ 23 mil · 379 votosR$ 61,1
- Rodrigo Cabeção PLR$ 26 mil · 527 votosR$ 49
- Mauricinho Macedo PPR$ 14 mil · 295 votosR$ 48,8
- Jorge Carreiro PSDBR$ 14 mil · 395 votosR$ 34,2
Votos por real
- 2012, vereador: 2 votos por R$ 1.000, 8% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 13 votos por R$ 1.000, 20% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.