Alenildo
Alenildo de Sousa Melo · nasceu em 1977
Alenildo se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em todas.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.
Sempre pelo PSD.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 38 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Alenildo declarou R$ 68,2 mil em bens, em reais de hoje: 3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Piauí. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2012 e 2016.
Declarou 3 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Piauí em 2016.
- AlenildoR$ 68,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 22,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 66,6 mil
Cada quadrado, R$ 2.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Alenildo declarou ao TSE R$ 25 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 14 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Brasileira (PI) · PSD · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 8.80078,1%
- Pessoas7 pessoas, não nomeadasR$ 2.46921,9%
Para onde foi
- Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 1.29511,5%
- Rádio, TV e vídeoR$ 2432,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Brasileira (PI), 2016
Mediana da disputa: R$ 59,3 por voto. Quem venceu, Rychardson Meneses, gastou R$ 33,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 430; o mais barato, R$ 33,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Sula Alves PRTBR$ 14 mil · 32 votosR$ 430
- Professor Bell PPR$ 13 mil · 34 votosR$ 395
- Marise Meneses PDTR$ 13 mil · 113 votosR$ 119
- Louro PPR$ 13 mil · 149 votosR$ 89,7
- Espedito Sirqueira DEMR$ 15 mil · 249 votosR$ 61,1
- Carmosa Menezes PPR$ 13 mil · 206 votosR$ 60,8
- Heleomar Ribeiro PPR$ 12 mil · 204 votosR$ 59,3
- Cândida Aguiar MDBR$ 15 mil · 272 votosR$ 56,6
- Leandro Maria REPUBLICANOSR$ 12 mil · 237 votosR$ 52,3
- Cléa Pimentel PPR$ 15 mil · 315 votosR$ 49,1
- Gilson Borges PPR$ 17 mil · 460 votosR$ 37,4
- Rychardson Meneses PSDBR$ 14 mil · 408 votosR$ 33,6
Votos por real
- 2016, vereador: 44 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 33 votos por R$ 1.000, 86% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.