Alencar Borges
Alencar Rocha Borges · nasceu em 1978
Alencar Borges se candidatou em 5 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleito em todas.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2012, 2016, 2020 e 2024.
Passou por 2 partidos: PT (2008–2016), PP (2020–2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 46 anos, até o fundamental, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Alencar Borges declarou R$ 199,1 mil em bens, em reais de hoje: 2,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 181,6 mil acima da inflação.
Declarou 2,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2024.
- Alencar BorgesR$ 199,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 69,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 195,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 7 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- casa de moradiaR$ 83,6 milCasa
- terrenoR$ 55,9 milTerreno
- terreno area ruralR$ 16,6 milTerreno rural
- carroR$ 15,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- carroR$ 13,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- terreno area ruralR$ 8.838Terreno rural
- terreno area ruralR$ 5.523Terreno rural
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Alencar Borges declarou ao TSE R$ 33 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 21 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Chuí (RS) · PP · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.51447%
- Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 1.46045,3%
- PartidoTudo de Progressistas - Chui - Rs - MunicipalR$ 2467,6%
Para onde foi
- Serviços1 pessoas, não nomeadasR$ 93031,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Chuí (RS), 2024
Mediana da disputa: R$ 41 por voto. Quem venceu, Fatima Nassar, gastou R$ 18,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 192; o mais barato, R$ 18,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Vania Diarista PSDR$ 5,2 mil · 27 votosR$ 192
- Lucia UNIÃOR$ 4,7 mil · 28 votosR$ 169
- Ricardo Lima PTR$ 4,4 mil · 32 votosR$ 137
- Augusto Amaro PSDR$ 3,9 mil · 44 votosR$ 89,1
- Candinho PSDR$ 3,9 mil · 73 votosR$ 53,7
- Maninho UNIÃOR$ 4,2 mil · 101 votosR$ 41,1
- Chico UNIÃOR$ 4,4 mil · 108 votosR$ 41
- Seba Arim Cotta De Mello PSDR$ 3,9 mil · 111 votosR$ 35,3
- Fran Santos PSDR$ 5,2 mil · 165 votosR$ 31,7
- Dilamar Barcelona PSDR$ 3,9 mil · 142 votosR$ 27,6
- Luis Despachante PPR$ 3,4 mil · 153 votosR$ 22,5
- Fatima Nassar PSDR$ 4,4 mil · 232 votosR$ 18,9
Votos por real
- 2024, vereador: 187 votos por R$ 1.000, 7,7 vezes a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 474 votos por R$ 1.000, 9,2 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 56 votos por R$ 1.000, 3,5 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 10 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.