Alécio
Alécio Aparecido Gualdino dos Santos · nasceu em 1967
Alécio disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Dois Córregos (SP)), pelo MOBILIZA: não eleito.
Centro-direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, não eleito.
Declarou ao TSE em 2008: 41 anos, até o fundamental, empresário. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Alécio declarou R$ 80,9 mil em bens, em reais de hoje: 1,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Declarou 1,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.
- AlécioR$ 80,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Alécio declarou ao TSE R$ 750 em receitas, em reais de hoje.
2008 · Vereador · Dois Córregos (SP) · MOBILIZA · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Dois Córregos (SP), 2008
Mediana da disputa: R$ 18,4 por voto. Quem venceu, Rogerio Amaral, gastou R$ 7,75 por voto. O voto mais caro custou R$ 74,5; o mais barato, R$ 7,75.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Pedrão Camilli PSDBR$ 10 mil · 137 votosR$ 74,5
- Robison Ninno Pescio CIDADANIAR$ 8,5 mil · 125 votosR$ 67,9
- Eduardo Baiano DEMR$ 12 mil · 256 votosR$ 48,1
- Paulão Mangili DEMR$ 9,5 mil · 317 votosR$ 29,9
- Jacare PTR$ 6,1 mil · 219 votosR$ 27,8
- Chico Telles PDTR$ 11 mil · 556 votosR$ 20,2
- Verusca Haddad PVR$ 9,3 mil · 504 votosR$ 18,4
- Ze Lourenço PDTR$ 7,2 mil · 445 votosR$ 16,2
- Dinho Spirito CIDADANIAR$ 7,5 mil · 470 votosR$ 15,9
- Leandro Mangili PVR$ 9,6 mil · 766 votosR$ 12,5
- Carlão Batista DEMR$ 5,6 mil · 481 votosR$ 11,7
- Rogerio Amaral CIDADANIAR$ 5,6 mil · 722 votosR$ 7,75
Votos por real
- 2008, vereador: 259 votos por R$ 1.000, 4,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.