Alécio
José Alécio Ferreira Chagas · nasceu em 1988
Alécio se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: DEM (2008), PRTB (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 24 anos, ensino médio, trabalhador rural. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Alécio declarou R$ 9.437 em bens, em reais de hoje.
Em 2012, não declarou nenhum bem.
Declarou 50% da mediana dos candidatos a vereador em Sergipe em 2008.
- AlécioR$ 9.437
- Mediana dos candidatosR$ 18,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 53,9 mil
Cada quadrado, R$ 2.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Alécio declarou ao TSE R$ 414 em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 312.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Canhoba (SE) · PRTB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Canhoba (SE), 2012
Mediana da disputa: R$ 6,00 por voto. Quem venceu, Lidon, gastou R$ 4,93 por voto. O voto mais caro custou R$ 69,1; o mais barato, R$ 3,42.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Miltinho PPR$ 19 mil · 275 votosR$ 69,1
- Edireni PSDR$ 7,1 mil · 199 votosR$ 35,5
- Titi AGIRR$ 5,5 mil · 189 votosR$ 29,3
- Lindinalva PSDR$ 3,8 mil · 198 votosR$ 19,4
- Alberto Guimarães DEMR$ 2,2 mil · 191 votosR$ 11,5
- Adelsinho PSDR$ 2 mil · 272 votosR$ 7,25
- Roberto MDBR$ 888 · 148 votosR$ 6,00
- Lacerda MDBR$ 990 · 178 votosR$ 5,56
- Junior Salviano PSCR$ 455 · 86 votosR$ 5,29
- Lidon PSLR$ 888 · 180 votosR$ 4,93
- Nino AGIRR$ 455 · 104 votosR$ 4,37
- Junior De Lauro REPUBLICANOSR$ 455 · 133 votosR$ 3,42
Votos por real
- 2012, vereador: 28 votos por R$ 1.000, 34% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 80 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.