Aldenizia de Mimi
Aldenizia Alexandre Soares · nasceu em 1971
Aldenizia de Mimi se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleita em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2004 e 2012.
Passou por 3 partidos: PTB (2004–2008), PSD (2012), AVANTE (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 45 anos, ensino médio, dona de casa, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Aldenizia de Mimi declarou R$ 172,2 mil em bens, em reais de hoje: 12 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Ceará. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 73,2 mil, já descontada a inflação.
Declarou 12 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Ceará em 2016.
- Aldenizia de MimiR$ 172,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 14,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 85 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Aldenizia de Mimi declarou ao TSE R$ 41 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereadora: R$ 28 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereadora · Orós (CE) · AVANTE · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 3.91869,5%
- Próprio bolsoR$ 1.71630,5%
Para onde foi
- Material impressoR$ 2.78549,4%
- ServiçosR$ 2.59146%
- EscritórioR$ 2274%
- TransporteR$ 320,6%
Quanto custou cada voto: vereadora, Orós (CE), 2016
Mediana da disputa: R$ 17,9 por voto. Quem venceu, Mara Cibelly, gastou R$ 10,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 529; o mais barato, R$ 10,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Kalinne SOLIDARIEDADER$ 8,5 mil · 16 votosR$ 529
- Nelço Do Sindicato PLR$ 14 mil · 298 votosR$ 46,9
- Josemberg Jg MDBR$ 10 mil · 268 votosR$ 37,2
- Antonio Jorge PLR$ 9,5 mil · 257 votosR$ 36,9
- Professor Ricardo PC do BR$ 9,1 mil · 311 votosR$ 29,2
- Irineuda Do Bsg PPR$ 14 mil · 628 votosR$ 23
- Vicente Pinto PTBR$ 13 mil · 713 votosR$ 17,9
- Miúdo PODER$ 12 mil · 663 votosR$ 17,4
- Samuel Romao PSDR$ 8,9 mil · 557 votosR$ 16
- Luis De Zé Galego PSDR$ 9,2 mil · 640 votosR$ 14,4
- Joao Filho PSDR$ 8,2 mil · 627 votosR$ 13,1
- Mara Cibelly DEMOCRATAR$ 8,5 mil · 799 votosR$ 10,6
Votos por real
- 2016, vereadora: 67 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereadora: 23 votos por R$ 1.000, 63% da mediana da disputa.
- 2008, vereadora: 207 votos por R$ 1.000, 4,4 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereadora: 94 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.