Aldemir Vieira
Aldemir Vieira de Almeida · nasceu em 1953
Aldemir Vieira se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 5 partidos: DEM (2004), MOBILIZA (2006), PSDB (2008), PV (2012), MDB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 63 anos, ensino médio, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2006Deputado estadual · Rio de JaneiroMOBILIZA 33258· centro-direitasuplente2.330 votos; 363º mais votado de 1.377 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Aldemir Vieira teve 2.330 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 363º lugar entre 1.377 candidatos.
Recebeu votos em 26 cidades. Itaboraí deu 79,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,5%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Aldemir Vieira declarou R$ 101,4 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2012, o total caiu R$ 32,8 mil, já descontada a inflação.
Em 2016, não declarou nenhum bem.
Mais da metade (57%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2012.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Aldemir Vieira declarou ao TSE R$ 144 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 40 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Itaboraí (RJ) · MDB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 31,4 mil93,1%
- Outros candidatosR$ 1.5564,6%
- Próprio bolsoR$ 7772,3%
Para onde foi
- PessoalR$ 21,8 mil64,7%
- Material impressoR$ 8.20924,4%
- TransporteR$ 3.48110,3%
- ServiçosR$ 1620,5%
- EscritórioR$ 490,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Itaboraí (RJ), 2016
Mediana da disputa: R$ 44,9 por voto. Quem venceu, Agnaldo Coutinho, gastou R$ 23 por voto. O voto mais caro custou R$ 206; o mais barato, R$ 23.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Serginho Soares PSDBR$ 122 mil · 591 votosR$ 206
- Wellington PSBR$ 62 mil · 967 votosR$ 64,2
- Orlando Lima PSCR$ 62 mil · 1.074 votosR$ 57,4
- Marcos Araújo DEMR$ 97 mil · 1.840 votosR$ 52,7
- Sandro Construforte MDBR$ 94 mil · 1.854 votosR$ 50,8
- Sabão PSCR$ 67 mil · 1.430 votosR$ 46,6
- Rogerio Filgueiras AGIRR$ 98 mil · 2.185 votosR$ 44,9
- Deoclecio Machado DEMR$ 79 mil · 1.870 votosR$ 42
- Roberto Costa SOLIDARIEDADER$ 69 mil · 1.680 votosR$ 41
- Joana Lage PTBR$ 65 mil · 1.595 votosR$ 40,6
- Bil PPR$ 60 mil · 1.765 votosR$ 34
- Agnaldo Coutinho PSCR$ 82 mil · 3.556 votosR$ 23
Votos por real
- 2016, vereador: 8,9 votos por R$ 1.000, 32% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 36 votos por R$ 1.000, 82% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 15 votos por R$ 1.000, 36% da mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 75 votos por R$ 1.000, 65% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.