Alda Lucia
Alda Lucia Monteiro de Souza · nasceu em 1983
Alda Lucia disputou uma eleição, em 2018, para governadora (Goiás), pelo PCO: não eleita.
Esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: governadora, 2018, não eleita.
Declarou ao TSE em 2018: 35 anos, superior completo, sociólogo, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2018
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2018, Alda Lucia declarou ao TSE R$ 3,5 mil em receitas, em reais de hoje, 100% de dinheiro público.
2018 · Governadora · Goiás · PCO · não eleita
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2018.
Quanto custou cada voto: governadora, Goiás, 2018
Mediana da disputa: R$ 7,08 por voto. Quem venceu, Ronaldo Caiado, gastou R$ 7,08 por voto. O voto mais caro custou R$ 19,5; o mais barato, R$ 0,84.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem gasto declarado.
Ver em tabela
- Zé Eliton PSDBR$ 7,9 milhões · 407.507 votosR$ 19,5
- Daniel Vilela MDBR$ 8,1 milhões · 479.180 votosR$ 16,9
- Kátia Maria PTR$ 3,8 milhões · 271.807 votosR$ 14,1
- Ronaldo Caiado DEMR$ 12,5 milhões · 1.773.185 votosR$ 7,08
- Marcelo Lira PCBR$ 20 mil · 6.534 votosR$ 3,04
- Weslei Garcia PSOLR$ 22 mil · 26.020 votosR$ 0,84
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.