Apuração
Vice-prefeito · 2020 · PL

Alcir Paulo Brustolin

nasceu em 1962

Alcir Paulo Brustolin se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPL+0,32← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSDB2006PSDB2012PDT2020PL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Passou por 3 partidos: PSDB (2004–2006), PDT (2012), PL (2020).

Dep. estadualPrefeitoVice-prefeitoVereadorPartidoPSDBPDTPL’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2020, chapa não eleita.

Declarou ao TSE em 2020: 58 anos, superior completo, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vice-prefeito · Muçum (RS)
    PL 22· direita
    Na chapa de Leonardo Maninho
    chapa não eleita289 votos da chapa, 8,0%
  2. 2012
    Prefeito · Muçum (RS)
    PDT 12· centro-esquerda· na urna, Alcir Paulo Brustolin - Tir
    não eleito480 votos, 12,4%
  3. 2006
    Deputado estadual · Rio Grande do Sul
    PSDB 45699· centro-direita· na urna, Brustolin
    suplente2.110 votos; 292º mais votado de 486 no estado
  4. 2004
    Vereador · Muçum (RS)
    PSDB 45111· centro-direita
    eleito278 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Alcir Paulo Brustolin teve 2.110 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 292º lugar entre 486 candidatos.

Recebeu votos em 108 cidades. Muçum deu 42,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 84,3%.

2.110 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 2.110 votos.
  1. Muçum (RS)901 votos42,7%
  2. Encantado (RS)159 votos7,5%
  3. Guaporé (RS)139 votos6,6%
  4. Vespasiano Corrêa (RS)112 votos5,3%
  5. Roca Sales (RS)110 votos5,2%
  6. Outras 93 cidades332 votos15,7%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Alcir Paulo Brustolin declarou R$ 196,2 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2020, o total caiu R$ 28,4 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 196,2 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 136.605 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 196,2 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 7 itens declarados em 2020, do maior ao menor
  1. Rua marechal florianoR$ 114,9 mil
    Prédio residencial
  2. Terreno com predio na RS 129 bairro fatimaR$ 28,7 mil
    Terreno
  3. Saldo conta corrente sicredi ag 0136R$ 21,5 mil
    Conta corrente no país
  4. Apartamento na rua barao do rio branco 182R$ 17,6 mil
    Apartamento
  5. Grupo 30327 cota 297R$ 5.868
    Consórcio não contemplado
  6. Area de terra rural com 9HAR$ 5.278
    Outros bens imóveis rural
  7. Sicredinvest pos fixado em cdiR$ 2.298
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Alcir Paulo Brustolin declarou ao TSE R$ 66 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 34 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Prefeito · Muçum (RS) · PDT · não eleito

De onde veio

R$ 33,6 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 32% identificado como fundo partidário; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 33,6 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 14,7 mil43,8%
  2. Fundo partidárioTudo de Direção Estadual/DistritalR$ 10,8 mil32,2%
  3. EmpresasTudo de Clauci Luiz BrustolinR$ 5.84817,4%
  4. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 1.9495,8%
  5. PartidoR$ 2510,7%

Para onde foi

R$ 33,6 mil
O maior gasto foi com material impresso: 65% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 33,6 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Eventos1 pessoas, não nomeadasR$ 2.1666,4%
  2. TransporteR$ 9602,9%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 1080,3%

Quanto custou cada voto: prefeito, Muçum (RS), 2012

Alcir Paulo Brustolin - Tir: R$ 70 por voto (mediana da disputa, R$ 52,7). Quem venceu, Lourival Seixas, gastou R$ 15,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 70; o mais barato, R$ 15,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Alcir Paulo Brustolin - Tir. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, prefeito: 14 votos por R$ 1.000, 75% da mediana da disputa.
  • 2006, deputado estadual: 99 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 24 votos por R$ 1.000, 56% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.