Alberto Ticianelli
nasceu em 1963
Alberto Ticianelli se candidatou em 4 eleições, de 2010 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Os votos de 2016 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.
Sempre pelo PSOL.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, votos anulados pela Justiça Eleitoral.
Declarou ao TSE em 2016: 53 anos, superior completo, professor de ensino fundamental, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2014Deputado estadual · São PauloPSOL 50765· esquerdasuplente410 votos; 1278º mais votado de 1.878 no estado
- 2012
- 2010Deputado estadual · São PauloPSOL 50765· esquerdasuplente223 votos; 1350º mais votado de 1.543 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Alberto Ticianelli teve 410 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 1278º lugar entre 1.878 candidatos.
Recebeu votos em 72 cidades. São Paulo deu 36,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 76,8%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Alberto Ticianelli declarou R$ 113,7 mil em bens, em reais de hoje: 4,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2010 e 2016, o total caiu R$ 143,4 mil, já descontada a inflação.
Declarou 4,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- Alberto TicianelliR$ 113,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Alberto Ticianelli declarou ao TSE R$ 1,6 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 878.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Ribeirão Pires (SP) · PSOL · votos anulados pela Justiça Eleitoral
De onde veio
- PartidoR$ 64974%
- PessoasR$ 22826%
Para onde foi
- ServiçosR$ 76887,5%
- Material impressoR$ 11012,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Ribeirão Pires (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 69,8 por voto. Quem venceu, Prof. Flávio Gomes, gastou R$ 44,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 151; o mais barato, R$ 31,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Nefa PSCR$ 27 mil · 176 votosR$ 151
- Zé Nelson MDBR$ 93 mil · 647 votosR$ 143
- Dr. Eric Regadas PSDBR$ 21 mil · 263 votosR$ 81,5
- Rogerio Do Açougue PSBR$ 45 mil · 575 votosR$ 78,1
- Cléo Meira PODER$ 36 mil · 471 votosR$ 77,3
- Amigão D Orto AGIRR$ 59 mil · 849 votosR$ 70
- Ge Da Aliança PSCR$ 34 mil · 486 votosR$ 69,8
- Vicentinho MDBR$ 25 mil · 362 votosR$ 68,8
- Anderson Benevides PSCR$ 22 mil · 471 votosR$ 46,3
- Prof. Flávio Gomes CIDADANIAR$ 41 mil · 930 votosR$ 44,1
- Eduardo Nogueira SOLIDARIEDADER$ 32 mil · 949 votosR$ 33,3
- Koiti Da Marutaka AVANTER$ 33 mil · 1.028 votosR$ 31,9
Votos por real
- 2010, deputado estadual: 223 votos por R$ 1.000, 4,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.